Biden assina 3 ordens executivas para reverter políticas de imigração de Trump

As medidas se basearão nas ações tomadas nos primeiros dias do governo Biden e começarão a fornecer um quadro mais claro das prioridades de imigração do governo

Priscilla Alvarez, da CNN

Ouvir notícia

 

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou nesta terça-feira (2) três ordens executivas que miram as políticas de imigração linha-dura de seu predecessor e tentam retificar as consequências delas. 

As medidas se basearão nas ações tomadas nos primeiros dias do governo Biden e começarão a fornecer um quadro mais claro das prioridades de imigração do governo.

Veja um resumo das ordens do governo americano:

  • Criar uma força-tarefa que reunificaria as famílias: A força-tarefa será presidida pelo secretário do Departamento de Segurança Interna. O objetivo será encontrar pais separados de seus filhos sob a administração anterior. A força-tarefa também apresentará relatórios regulares ao presidente, incluindo um contendo recomendações.
  • Abordar a causa raiz da migração: Esta ordem executiva se concentrará em fornecer apoio à América Central para conter o fluxo de migrantes para a fronteira Estados Unidos-México e fornecer outros caminhos para migrar para os Estados Unidos sem viajar para o norte. Isso inclui ações como fornecer ajuda para combater a corrupção e tomar uma série de ações para restaurar o processo de asilo.
  • Rever o sistema de imigração legal: Esta ordem funcionará para promover a integração e inclusão de imigrantes, de acordo com a Casa Branca, e restabelecer uma força-tarefa para novos americanos. Isso também estimulará uma revisão da regra de cobrança pública, que torna mais difícil para os imigrantes obterem status legal se usarem benefícios públicos como Medicaid, vale-refeição e vale-moradia.

Após horas de sua presidência, Biden agiu para desfazer rapidamente muitas políticas da administração de Trump em uma série de ações executivas. Mas seu governo já enfrentou obstáculos jurídicos na implementação dessas políticas.

Mais Recentes da CNN