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    Bolsonaro diz que pediu a assessor de Netanyahu apoio para liberação de brasileiros em Gaza

    Anteriormente, governo Lula falou com os presidentes de Israel, Egito e Autoridade Palestina sobre o tema

    O ex-presidente Jair Bolsonaro
    O ex-presidente Jair Bolsonaro TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

    Leandro Magalhãesda CNN

    À CNN, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) relatou que conversou com Yossi Shelley, um dos assessores do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e que pediu apoio ao governo de Israel para a liberação de brasileiros que estão desde o início do conflito no sul da Faixa de Gaza. A conversa ocorreu há três dias, segundo o ex-presidente.

    “Conversei com o assessor especial do Benjamin Netanyahu e ex-embaixador do Brasil e pedi um apoio para a liberação dos brasileiros. Yossi me relatou que não há nenhuma medida restritiva, não há nenhum empecilho por parte do governo de Israel. Israel concordou que os brasileiros têm que sair da região, seja por Israel ou pelo Egito”, relatou Bolsonaro.

    A CNN procurou a embaixada de Israel no Brasil sobre as declarações de Bolsonaro e aguarda retorno.

    Até a lista com a liberação de brasileiros em Gaza, divulgada na noite desta quinta-feira (9), houve um processo de intensa negociação diplomática.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou com os presidentes de Israel, Isaac Herzog, do Egito, Abdel Fattah al-Sissi, e da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.

    O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o assessor internacional de Lula, Celso Amorim, também fizeram contatos telefônicos com seus pares nos últimos dias.

    Amorim chegou a tratar do tema com Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, e Vieira telefonou duas vezes para o chanceler israelense, Eli Cohen.