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    Casos de COVID-19 voltam a subir na Itália e governo deve estender quarentena

    O país registrou maior aumento desde o último domingo; restrições devem ser mantidas até 3 de maio

    Funcionário limpa a Praça Duomo, em Milão, na Itália, durante pandemia do novo coronavírus 
    Funcionário limpa a Praça Duomo, em Milão, na Itália, durante pandemia do novo coronavírus  Foto: Flavio Lo Scalzo/Reuters (31.mar.2020)

    Da CNN

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    O número de mortes por COVID-19 na Itália voltou a subir nesta quinta-feira (9). Foram 610, ante 542 no dia anterior. Houve também aumento de casos novos, 4.204 nesta quinta frente a 3.836 nesta quarta (8).

    É o registro mais alto desde o último domingo (5) — uma frustração para o país, que está em quarentena desde 9 de março, ansioso por um sinal de que a doença está recuando.

    De acordo com sindicatos italianos ouvidos pela Reuters, o governo planeja estender a quarentena, prevista para terminar na próxima segunda-feira (13), até 3 de maio. “O primeiro-ministro confirmou que, neste momento, ainda não temos as condições para retomar as atividades suspensas”, disse Carmello Barbagallo, líder sindical da UIL (União Italiana do Trabalho).

    Ao todo, foram reportadas 18.279 mortes em decorrência do novo coronavírus, de acordo com a Agência de Proteção Civil local —o número mais alto em todo o mundo. Os casos confirmados totalizam 143.626, a terceira maior cifra, atrás só da Espanha e dos Estados Unidos.

    No entanto, o número de pacientes nas UTIs diminuiu pelo sexto dia consecutivo. No momento, são 3.605, contra as 3.683 registradas no dia anterior.

    De todos os casos hospitalizados, 28.470 já se recuperaram, ante 26.491 nesta quarta.

    Com informações da Reuters

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