Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Chefe de polícia pede desculpas à família de George Floyd

    Para Medaria Arradondo, os outros três agentes envolvidos no caso são cúmplices de Derek Chauvin

    Medaria Arradondo, chefe da polícia de Minneapolis, disse que os outros três agentes envolvidos na morte de George Floyd são cúmplices de Derek Chauvin
    Medaria Arradondo, chefe da polícia de Minneapolis, disse que os outros três agentes envolvidos na morte de George Floyd são cúmplices de Derek Chauvin Foto: Reprodução / CNN

    Christina Maxouris, Jamiel Lynch e Lechelle Benken,

    da CNN

    O chefe da polícia de Minneapolis, Medaria Arradondo, disse que os policiais envolvidos na abordagem que resultou na morte de George Floyd são cúmplices. “O senhor Floyd morreu em nossas mãos”, afirmou Arradondo. “Por isso, considero os outros três policiais cúmplices. Se houvesse uma voz solitária que tivesse interferido… Era isso o que eu esperava.”

    O policial pediu perdão à família da vítima pelo ocorrido. “Gostaria de dizer à família Floyd que estou absolutamente devastado e peço desculpas por sua perda. Se eu pudesse fazer qualquer coisa para o trazer de volta, eu o faria”, disse ele. 

    George Floyd, homem negro, morreu no dia 25 de maio durante uma abordagem policial, após um dos agentes – identificado como Derek Chauvin – pressionar o joelho sobre o pescoço da vítima, que afirmava que não conseguia respirar. 

    Assista e leia também:
    George Floyd: em algumas cidades dos EUA, policiais se unem a manifestantes
    Caso George Floyd desencadeia protestos em pelo menos 140 cidades nos EUA

    Os outros três policiais presentes na ocasião foram demitidos. Chauvin está preso desde sexta-feira (29) acusado de homicídio e deverá comparecer ao tribunal no dia 8 de junho, segundo informações da corte. Ele iria depor nesta segunda, mas o tribunal decidiu adiar o evento, sem explicar o motivo.

    A morte de Floyd desencadeou uma onda de protestos pelos Estados Unidos e pelo mundo. Manifestantes foram às ruas aos gritos e com cartazes escritos “não consigo respirar”.