Christa Pike: Juíza pede que evidência de execução falha seja preservada

Mulher sobreviveu à tentativa de execução por injeção letal no Tennessee na última quarta-feira (30), após ser condenada à morte por um assassinato que cometeu quando tinha 18 anos

Lauren del Valle, da CNN
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A juíza I’Ashea Myles deferiu o pedido de Christa Pike para preservar todos os materiais do Estado relevantes para sua execução malsucedida.

Ela observou que este caso é único e que a situação não poderia ter sido prevista.

Myles forneceu ao Estado uma lista detalhada de possíveis materiais que devem ser preservados, incluindo quaisquer chamadas para o serviço de emergência referentes à tentativa de execução fracassada e comunicações entre autoridades estaduais.

Aqui estão alguns dos itens que ela mencionou como parte das provas relevantes:

  • Quaisquer agentes estatais que possam ter sido acionados durante o momento em que se decidiu contatar os serviços de emergência médica;
  • Todas as comunicações relacionadas à decisão — se é que houve alguma — de interromper a segunda tentativa;
  • Quaisquer comunicações entre a equipe do TDOC (Departamento de Correções do Tennessee), agentes estatais e qualquer representante do gabinete do governador ou outra autoridade;
  • Provas físicas, como suprimentos médicos, dispositivos de contenção, macas, fotos e gravações de vídeo ou áudio do período em torno da execução.

"Quero que todos vocês preservem todas essas informações", determinou a juíza, acrescentando que o Estado não deveria ter problemas para fazer isso, uma vez que já deveria estar preservando tais materiais em cumprimento a uma ordem de preservação de provas de âmbito federal.

Ela advertiu que a administração estadual deve "ter cuidado especial para não perder, extraviar ou excluir acidentalmente" qualquer informação relacionada ao caso. A administração deve envidar todos os esforços para estabelecer procedimentos e políticas que garantam que nenhuma informação seja descartada ou destruída, afirmou Myles.

Christa Pike sobreviveu à tentativa do Tennessee de executá-la por injeção letal na quarta-feira passada (30).

Pike foi condenada à morte pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, em 1995.

Ela estava prestes a se tornar a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos. Agora, seu caso judicial está paralisado.

 

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