Coreia do Sul deve realizar eleições presidenciais em junho, diz agência

Presidente Yoon Suk Yeol foi deposto do cargo no início deste ao mês ter processo de impeachment confirmado em julgamento

Jack Kim, da Reuters
Bandeira da Coreia do Sul. Ela é branca, com um círculo vermelho e azul no centro. Há árvores no fundo.
Coreia do Sul é destaque em evento de intercâmbio em São Paulo  • Daniel Bernard/Unsplash
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O gabinete da Coreia do Sul deve definir a data de 3 de junho para uma eleição presidencial, após a destituição de Yoon Suk Yeol na semana passada por sua breve declaração de lei marcial, informou a Yonhap News nesta segunda-feira (7).

Embora não seja exigido por lei, o gabinete tomará a decisão em uma reunião na terça-feira (8), pois precisa aprovar um feriado para o pleito, afirmou a agência citando um funcionário do governo não identificado.

Yoon foi removido pelo Tribunal Constitucional sob a alegação de ter violado seu dever oficial ao emitir o decreto de lei marcial em 3 de dezembro e mobilizar tropas para interromper os procedimentos parlamentares.

A lei sul-coreana exige uma nova eleição presidencial dentro de 60 dias se o titular morrer ou for removido do cargo.

Um funcionário da Comissão Eleitoral Nacional afirmou que a data mencionada em reportagens da mídia não era definitiva e não se tornaria oficial até ser declarada pelo presidente em exercício, o primeiro-ministro Han Duck-soo.