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    Duquesa Sarah Ferguson, ex-esposa do príncipe Andrew, é diagnosticada com câncer de pele

    Doença foi descoberta depois que várias manchas foram removidas quando ela foi tratada para um câncer de mama em junho

    Sarah Ferguson, a Duquesa de York, durante participação no "The View", da emissora americana ABC, em março de 2023.
    Sarah Ferguson, a Duquesa de York, durante participação no "The View", da emissora americana ABC, em março de 2023. Lou Rocco/ABC via Getty Images

    Jonny Hallamda CNN

    em Londres

    Sarah Ferguson, a duquesa de York e ex-esposa do príncipe Andrew, foi diagnosticada com um melanoma maligno, uma forma agressiva de câncer de pele, informou a UK Press Association (PA) neste domingo (21), citando um porta-voz de Ferguson.

    A doença foi descoberta depois que várias manchas foram removidas quando ela foi tratada para um câncer de mama em junho, disse a PA.

    “Após seu diagnóstico de uma forma inicial de câncer de mama neste verão, Sarah, Duquesa de York, foi diagnosticada com melanoma maligno”, disse um porta-voz de Ferguson.

    “Seu dermatologista pediu que várias manchas fossem removidas e analisadas ao mesmo tempo em que a Duquesa estava sendo submetida a uma cirurgia reconstrutiva após sua mastectomia, e uma delas foi identificada como cancerosa”, completou.

    Ferguson foi diagnosticada com câncer de mama em 2023, após uma mamografia de rotina e foi submetida a uma cirurgia.

    “Claramente, outro diagnóstico logo após o tratamento do câncer de mama foi angustiante” para a Duquesa, acrescentou o porta-voz.

    A senhora de 64 anos está se recuperando em casa, cercada pela família, e permanece de “bom humor”, informou a PA.

    O melanoma é uma forma de câncer de pele que se desenvolve nas células que dão cor à pele, a melanina.

    É considerada a forma mais grave de câncer de pele porque pode se espalhar rapidamente para outras partes do corpo e tornar-se potencialmente mortal.

    Às vezes, começa como se fosse uma pinta nova e pequena, ou se desenvolve a partir de uma pinta existente.

    O risco aumenta em pessoas com pele clara, com sardas ou queimaduras. Além disso, as pessoas que têm muitas pintas e/ou pintas de formato irregular correm maior risco.

    “A Duquesa quer agradecer a toda a equipa médica que a apoiou, especialmente ao seu dermatologista, cuja vigilância garantiu que a doença fosse detectada no momento certo”, disse o seu porta-voz.

    “Ela acredita que sua experiência destaca a importância de verificar o tamanho, forma, cor e textura e o surgimento de novas manchas que podem ser um sinal de melanoma”, acrescentou.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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