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    Envolvido em 10 incidentes de mordidas, cachorro de Biden passa por treinamento

    E-mails do Serviço Secreto dos EUA revelam que em um dos casos com o cão Commander um policial teve que ir a um hospital local

    Kevin LiptakArlette SaenzBetsy Kleinda CNN

    O cachorro mais novo do presidente Joe Biden, o Commander, esteve envolvido em vários incidentes relacionados a mordidas na Casa Branca e em Delaware, de acordo com mensagens de e-mail do Serviço Secreto dos Estados Unidos, que mostra funcionários da agência preocupados com a segurança do pastor alemão.

    A Casa Branca disse que a família Biden está focada em um novo treinamento para o animal de estimação após os incidentes.

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    Outro cão de Biden, Major, também esteve envolvido em incidentes de mordidas na Casa Branca. O pastor alemão, mais tarde, acabou saindo do local.

    Os e-mails, obtidos por meio de solicitações da Lei de Liberdade de Informação do grupo conservador Judicial Watch, mostram que Commander esteve envolvido em 10 incidentes, incluindo um que exigiu que um policial fosse a um hospital local.

    Commander, de 22 meses, chegou à Casa Branca em 2021. Em um dos incidentes descritos nos e-mails do Serviço Secreto, um policial foi encaminhado a um hospital local em novembro de 2022, depois que o animal mordeu o braço e as coxas do agente.

    Outros incidentes ocorreram quando Commander caminhava solto, ainda segundo os e-mails.

    Em outro caso, em outubro, a primeira-dama Jill Biden “não conseguiu recuperar o controle” do cachorro quando ele atacou um membro da equipe do Serviço Secreto.

    “Acredito que é apenas uma questão de tempo até que um agente/policial seja atacado ou mordido”, escreveu o funcionário em um e-mail.

    “O complexo da Casa Branca é um ambiente único e muitas vezes estressante para os animais de estimação da família, e a Primeira Família está trabalhando em maneiras de tornar essa situação melhor para todos”, destacou Elizabeth Alexander, diretora de comunicações da primeira-dama.

    “Eles têm feito parceria com a equipe do Serviço Secreto e da Residência Executiva em protocolos e treinamento adicionais de controle, além de estabelecer áreas designadas para Commander correr e se exercitar”, continuou ela.

    “De acordo com o Serviço Secreto, cada incidente referenciado foi tratado de forma semelhante a acidentes de trabalho compatíveis, com notificações relevantes e procedimentos de denúncia seguidos”, acrescentou.

    “O presidente e a primeira-dama são incrivelmente gratos aos funcionários do Serviço Secreto e da Residência Executiva por tudo o que fazem para manter suas famílias e o país seguros”, finalizou.

    O Serviço Secreto dos EUA está “ciente” dos incidentes com os animais de estimação, ressaltou Anthony Guglielmi, chefe de comunicações do Serviço Secreto, em comunicado.

    “Nas últimas administrações presidenciais, os Serviços Secretos navegaram como melhor operar em torno de animais de estimação da família e esses incidentes não são exceção”, pontuou.

    “Levamos a segurança e o bem-estar de nossos funcionários extremamente a sério”, afirmou Guglielmi, acrescentando que os funcionários são incentivados a relatar quaisquer lesões relacionadas ao trabalho.

    Os agentes e oficiais especiais do Serviço Secreto, disse Guglielmi, “não cuidam nem lidam com os animais de estimação da primeira família”, mas “trabalham continuamente com todas as entidades aplicáveis para minimizar os impactos adversos em um ambiente que inclui animais de estimação”.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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