EUA ampliam proibição de viagens para estrangeiros; veja lista de países
Síria, Afeganistão e Haiti estão entre nações com proibição total; Cuba e Venezuela continuam com restrição parcial

O presidente Donald Trump assinou nesta terça-feira (16) uma proclamação restringindo ainda mais a entrada de estrangeiros nos Estados Unidos.
Os EUA impuseram restrições totais e limitações de entrada a cidadãos de mais cinco países – Burkina Faso, Mali, Níger, Sudão do Sul e Síria – além da lista inicial de 12 países.
Restrições totais também foram impostas a indivíduos portadores de documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestina.
O decreto também impõe restrições totais e limitações de entrada a dois países que anteriormente estavam sujeitos a restrições parciais: Laos e Serra Leoa.
A Proclamação continua com restrições parciais a cidadãos de quatro países considerados de alto risco: Cuba, Venezuela, Burundi e Togo. Outros 15 países foram adicionados à lista de restrições parciais.
Os EUA também retiraram a proibição de vistos de visitante para cidadãos do Turcomenistão, alegando que o país se envolveu de forma produtiva com o governo americano e demonstrou "progressos significativos". A proibição de entrada de turcomenos como imigrantes continua.
Veja como fica a lista completa:
Países com proibição total de entrada nos EUA
- Burkina Faso
- Mali
- Níger
- Sudão do Sul
- Síria
- Afeganistão
- Mianmar
- Chade
- República do Congo
- Guiné Equatorial
- Eritreia
- Haiti
- Irã
- Líbia
- Somália
- Sudão
- Iêmen
- Autoridade Palestina
- Laos
- Serra Leoa
Países com restrição parcial de entrada nos EUA
- Cuba
- Venezuela
- Burundi
- Togo
- Angola
- Antígua e Barbuda
- Benim
- Costa do Marfim
- Dominica
- Gabão
- Gâmbia
- Malawi
- Mauritânia
- Nigéria
- Senegal
- Tanzânia
- Tonga
- Zâmbia
- Zimbábue
- Turcomenistão
Segundo um comunicado da Casa Branca, o decreto inclui exceções para residentes permanentes legais, titulares de vistos já existentes, certas categorias de vistos, como atletas e diplomatas, e indivíduos cuja entrada atenda aos interesses nacionais dos EUA.


