EUA anuncia mais de 2.000 restrições de visto contra oficiais russos e bielorrussos

Departamento de Estado dos EUA também informou que oito empresas relacionadas à marinha russa estão na lista de restrições

Bandeiras dos Estados Unidos e da Rússia
Bandeiras dos Estados Unidos e da Rússia REUTERS

Jennifer Hanslerda CNN

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O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou neste domingo (8) restrições de visto em mais de 2.000 oficiais militares russos e bielorrussos por violações relacionadas à soberania e integridade territorial da Ucrânia e uma nova política de restrição de visto direcionada a autoridades russas para abusos de direitos humanos, violações da lei humanitária internacional e corrupção na Ucrânia.

O departamento também anunciou sanções a oito empresas relacionadas à marítima russa, incluindo a companhia de navegação do Ministério da Defesa da Rússia por seu envolvimento na “convulsão ilegal e ocupação ilegal da Ucrânia” e adicionou 69 navios à lista de nacionais e nacionais especializados do Departamento de Tesouro dos EUA e pessoas bloqueadas.

Também sancionou três funcionários da Bielorrússia “por seu envolvimento em uma violação grave dos direitos humanos”.

De acordo com uma ficha informativa do Departamento de Estado, eles impuseram “restrições de visto a 2.596 membros das forças armadas da Federação Russa e 13 oficiais militares da Bielorrússia.

De acordo com uma política da Lei de Imigração e Nacionalidade, isso se aplica àqueles que se acredita terem apoiado, foram ativamente cúmplices ou foram responsáveis ​​por ordenar ou dirigir ou autorizar ações que ameaçam ou violam a soberania, integridade territorial ou independência política da Ucrânia”.

A restrição de visto recém-criada, anunciada na ficha de fato, “aplica-se a oficiais militares da Federação Russa e autoridades supostas apoiadas pela Rússia ou de instalação da Rússia que se acredita estarem envolvidas em violações de direitos humanos, violações do direito humanitário internacional ou corrupção pública na Ucrânia, inclusive na chamada ‘República Popular de Donetsk’ ou ‘República Popular de Luhansk’.

“Os membros da família daqueles que se enquadram na política também serão inelegíveis para vistos”, afirmou.

Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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