EUA emitem novas sanções contra presidente de Belarus

Alexander Lukashenko e sua esposa, Galina, tiveram bloqueados propriedades e interesses nos Estados Unidos

Presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, e sua esposa, Galina, no túmulo do soldado desconhecido em Moscou, em 2015
Presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, e sua esposa, Galina, no túmulo do soldado desconhecido em Moscou, em 2015 NurPhoto via Getty Images

Kevin Liptakda CNN

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Os Estados Unidos aplicaram novas sanções nesta terça-feira (15) ao presidente belarusso Alexander Lukashenko, que se aliou à Rússia em sua guerra na Ucrânia. Vários outros russos, incluindo um juiz, também foram alvo de sanções por abusos de direitos humanos, segundo o Departamento do Tesouro dos EUA.

As sanções foram aplicadas a Lukashenko, bem como à sua esposa, Galina. Eles bloquearam suas propriedades e interesses nos Estados Unidos e proibiram os americanos de se envolverem em transações com eles.

“As designações de hoje demonstram que os Estados Unidos continuarão a impor consequências concretas e significativas para aqueles que se envolvem em corrupção ou estão ligados a graves violações dos direitos humanos”, disse a diretora do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, Andrea Gacki.

“Condenamos os ataques da Rússia aos corredores humanitários na Ucrânia e pedimos à Rússia que cesse sua guerra brutal e sem precedentes contra a Ucrânia”.

Os Estados Unidos já aplicaram sanções a membros da família de Lukashenko em dezembro, após uma crise migratória na fronteira da Belarus com a Polônia, que levou a acusações de abusos de direitos humanos.

Os EUA também impactaram anteriormente Belarus com sanções por seu papel na invasão russa à Ucrânia, incluindo a extensão de políticas de controle de exportação para a Belarus e o impedimento do desvio de tecnologia e software para a Rússia por meio do país.

Além dos Lukashenkos, os Estados Unidos tiveram como alvo outros quatro indivíduos envolvidos na morte do informante Sergei Magnitsky, que morreu em circunstâncias suspeitas em 2009.

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