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    EUA revisam política de sanções à Venezuela após líder da oposição ser impedida de se candidatar

    Eleições devem ocorrer no segundo semestre deste ano; Maria Corina Machado não poderá concorrer à presidência

    Pré-candidata Maria Corina Machado após votar nas primárias da oposição à candidatura presidencial na Venezuela
    Pré-candidata Maria Corina Machado após votar nas primárias da oposição à candidatura presidencial na Venezuela Pré-candidata Maria Corina Machado cumprimenta pessoas após votar nas primárias para eleger um candidato de oposição para enfrentar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em sua provável tentativa de reeleição em 2024, em Caracas, Venezuela. 22/10/2023REUTERS/Leonardo Fernández Viloria

    Reuters

    Os Estados Unidos estão revendo a política de sanções contra a Venezuela depois que o tribunal impediu a candidatura presidencial da líder da oposição Maria Corina Machado, afimou o Departamento de Estado americano neste sábado (27).

    A decisão do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela significa que Machado, uma engenheira industrial de 56 anos, não pode registar a sua candidatura para as eleições presidenciais marcadas para o segundo semestre de 2024.

    “Os Estados Unidos estão atualmente a revendo a política de sanções à Venezuela, com base neste desenvolvimento e nos recentes ataques políticos aos candidatos da oposição democrática e à sociedade civil”, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, em um comunicado.

    Os Estados Unidos aliviaram as sanções petrolíferas ao país exportador de petróleo em outubro, depois que o governo do presidente Nicolás Maduro assinou um acordo com a oposição sob o qual Caracas assumiu o compromisso de realizar eleições presidenciais livres e justas em 2024.

    Miller disse que a ação do tribunal foi uma “decisão profundamente preocupante” que contrariava os compromissos assumidos por Maduro de permitir que todos os partidos selecionassem os seus candidatos para as eleições presidenciais.

    Maduro disse na quinta-feira que o acordo com seus oponentes estava em perigo de colapso depois do que ele disse que estava sofrendo uma “conspirações”.