Fridays For Future realiza atos pela Amazônia em mais de 20 países

Movimento foi criado pela ativista Greta Thurnberg e realiza greves estudantis para alertar sobre problemas ambientais e defesa da floresta amazônica

Movimento Fridays for Future foi criado pela ativista ambiental Greta Thurnberg
Movimento Fridays for Future foi criado pela ativista ambiental Greta Thurnberg Foto: Reprodução/ Fridays for Future

Estadão Conteúdo

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O movimento Fridays for Future, criado pela ativista ambiental Greta Thunberg, vai realizar uma série de mobilizações online e nas ruas em mais de 20 países até este domingo (30), para alertar sobre a importância de proteger a Amazônia.

O Brasil é um dos países onde o ato é realizado, assim como Colômbia, Uruguai, Itália, Alemanha, Nigéria e Turquia. Nas ações presenciais, o grupo informou que vai seguir recomendações locais para evitar a disseminação no novo coronavírus. A mobilização teve início na última sexta-feira (28).

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O movimento organiza greves estudantis para alertar sobre os problemas ambientais e seus impactos para o futuro. Nas redes sociais, jovens postam fotos com cartazes com frases defendendo a Amazônia e usando as hashtags #SOSAmazônia e #TodospelaAmazônia.

O ato deste fim de semana é realizado em meio às preocupações internacionais em relação ao bioma, tendo em vista alertas de aumento de queimadas e desmatamento.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre agosto do ano passado e julho deste ano, os alertas de desmatamento na Amazônia tiveram aumento de 34,5%, na comparação com os 12 meses anteriores. O porcentual é o maior dos últimos cinco anos.

O mês de julho terminou com alta de 28% no total de focos de incêndio na floresta, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Bloqueio de verbas

Na sexta-feira (28), o Ministério do Meio Ambiente chegou a anunciar que paralisaria as ações de combate ao desmatamento da Amazônia por causa do bloqueio de verbas para o Ibama e Instituto Chico Mendes (ICMBio). A medida também atingiria o Pantanal e começaria a partir da próxima segunda-feira (31).

Após a repercussão negativa, o governo recuou e informou que o bloqueio não ocorreria mais neste ano.

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