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    Hamas acusa Israel de “catástrofe humanitária” e “punição coletiva” em Rafah

    Israel disse tropas terrestres "iniciaram uma operação precisa de contraterrorismo" em "áreas específicas" para destruir estrutura do grupo palestino

    Pessoas deixam parte leste de Rafah após as Forças Armadas israelenses orientar a saída de civis antes de um possível ataque
    Pessoas deixam parte leste de Rafah após as Forças Armadas israelenses orientar a saída de civis antes de um possível ataque 06/05/2024 REUTERS/Hatem Khaled

    Da CNN

    O Hamas disse nesta terça-feira (7) que a entrada de Israel em Rafah na noite de segunda-feira (6) foi uma “catástrofe humanitária”, representando “uma ameaça direta para mais de 1,5 milhão de palestinos desalojados”

    O grupo disse em um comunicado que as Forças de Defesa de Israel (FDI) “lançaram uma agressão terrestre” em Rafah, onde as tropas israelenses assumiram o controle do lado palestino, que faz fronteira com o Egito.

    Em uma declaração separada, o Ministério do Interior e da Segurança Nacional de Gaza advertiu que “o fechamento da passagem de Rafah no contexto das condições catastróficas na Faixa de Gaza agrava a crise humanitária e isola completamente a região do mundo exterior. Isso representa uma política de punição coletiva contra mais de 2 milhões de pessoas”.

    O Ministério descreveu a rota como “a principal tábua de salvação para os cidadãos da Faixa de Gaza”, e ainda disse que “não representa nenhuma ameaça à ocupação israelense”.

    As FDI disseram em um comunicado que suas tropas terrestres “iniciaram uma operação precisa de contraterrorismo” em “áreas específicas do leste de Rafah”, com base na inteligência e com o objetivo de desmantelar a infraestrutura do Hamas.

    A principal passagem em Rafah é a única fronteira de Gaza não era controlada anteriormente por Israel e permitiu a entrada de ajuda humanitária limitada no local nos últimos meses.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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