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    Hamas diz que não discutirá destino de reféns até que Israel pare de atacar a Faixa de Gaza

    Grupo radical islâmico condiciona libertação de reféns ao fim dos ataques israelenses aos palestinos

    Da CNN

    São Paulo

    O grupo radical islâmico Hamas disse neste sábado (21) que não discutirá o destino dos prisioneiros militares israelenses até que Israel encerre sua “agressão” à Faixa de Gaza.

    “Nossa posição com relação aos prisioneiros do Exército israelense é clara: está relacionada a uma (possível) troca de prisioneiros, e não discutiremos isso até que Israel encerre sua agressão a Gaza e aos palestinos”, disse Osama Hamdan, autoridade do Hamas, falando do Líbano, em uma coletiva de imprensa televisionada.

    As Forças de Defesa de Israel (FDI) disseram em uma atualização que agora acreditam que 210 pessoas estão sendo mantidas reféns pelo Hamas na Faixa de Gaza. O comunicado foi emitido pelo porta-voz das forças israelenses, o contra-almirante Daniel Hagari, a jornalistas em uma coletiva de imprensa neste sábado.

    A notícia chega um dia depois de duas reféns norte-americanas — Judith Tai Raanan e a sua filha de 17 anos, Natalie Raanan — terem sido libertas pelo Hamas, quase duas semanas após seus ataques terroristas a Israel.

    Após a libertação, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que o seu país continuaria trabalhando para trazer de volta todos os reféns.

    “Dois de nossos reféns estão em casa. Não diminuiremos o esforço para trazer de volta todos os sequestrados e desaparecidos. Simultaneamente, continuamos lutando até que a vitória seja alcançada”, disse Netanyahu num comunicado publicado nas redes sociais na sexta-feira (20).

    Veja também: Israelenses que sobreviveram ao ataque do Hamas dependem de doações

    Publicado por Flávio Ismerim, com informações de Chris Liakos, Mariya Knight e Tamar Michaelis, da CNN Internacional; e Hatem Maher e Enas Alashray, da Reuters