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    Hezbollah diz estar “vigilante” após confrontos entre Israel e Hamas serem retomados

    Grupo apoiado pelo Irã atacou posições israelenses na fronteira durante a guerra

    Bandeiras do Líbano e do Hezbollah, milícia xiita do Líbano apoiada pelo Irã, balançam ao vento no Museu Turístico de Baalbek
    Bandeiras do Líbano e do Hezbollah, milícia xiita do Líbano apoiada pelo Irã, balançam ao vento no Museu Turístico de Baalbek Bandeiras do Líbano e do Hezbollah, milícia xiita do Líbano apoiada pelo Irã, balançam ao vento no Museu Turístico de Baalbek

    Da Reuters

    O Hezbollah disse nesta sexta-feira (01) que está vigilante e pronto para a retomada dos combates após Hamas e Israel reiniciarem os confrontos, alimentando a preocupação de que os ataques na fronteira libanesa-israelense também possam recomeçar.

    Sirenes de foguete dispararam em várias cidades no norte de Israel, perto da fronteira libanesa, fazendo moradores irem às pressas a abrigos antibombas. Os militares israelenses não deram mais detalhes.

    Em suas piores hostilidades desde uma guerra de 2006, o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e Israel trocaram fogo por semanas através da fronteira após a guerra Hamas-Israel começar no dia 7 de outubro. Acompanhando a situação na Faixa de Gaza, as hostilidades acabaram na semana passada, quando o Hamas e Israel acordaram uma trégua que expirou após uma semana.

    “No Líbano, estamos preocupados em enfrentar este desafio, sendo vigilante, e sempre pronto para enfrentar qualquer possibilidade e qualquer perigo que possa surgir em nosso país”, disse Hassan Fadlallah, um político sênior do Hezbollah, em comentários em uma transmissão.

    “Ninguém pensa que o Líbano foi poupado deste alvo sionista ou que o que está acontecendo em Gaza não pode afetar a situação no Líbano”, disse ele.

    O Hezbollah, parte de uma aliança apoiada pelo Irã, incluindo o Hamas, realizou ataques diários de foguetes contra alvos israelenses na fronteira, enquanto Israel realizou ataques aéreos e de artilharia no sul do Líbano durante as hostilidades que começaram em outubro.

    Militantes libaneses do Hamas e do grupo palestino Jihad Islâmica também realizaram ataques a partir do território do Líbano.

    Cerca de 100 pessoas no Líbano foram mortas, 80 delas combatentes do Hezbollah. Dezenas de milhares de pessoas fugiram de suas casas em ambos os lados da fronteira.

    “Estou preocupado com a retomada dos confrontos aqui no Líbano. O Hezbollah ligou o que acontece na fronteira com o que acontece em Gaza”, disse Nabil Boumonsef, vice-editor-chefe do jornal Annahar do Líbano.

    “Enquanto a guerra em Gaza continuar, o Líbano permanecerá ameaçado pelo perigo de uma grande escalada.”