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    Israel divulga nomes de 300 prisioneiros palestinos que podem ser envolvidos em troca por reféns em Gaza

    Lista publicada nesta quarta-feira (22) inclui o dobro de nomes em caso de segunda fase de trocas com o Hamas; acordo inicial prevê libertação de 150 mulheres e crianças palestinas detidas em prisões israelenses

    Familiares, amigos e apoiadores de israelenses feitos reféns durante ataques do Hamas em 7 de outubro protestam em Latrun, durante marcha em direção a Jerusalém
    Familiares, amigos e apoiadores de israelenses feitos reféns durante ataques do Hamas em 7 de outubro protestam em Latrun, durante marcha em direção a Jerusalém Ronen Zvulun/Reuters (17.nov.23)

    Da CNN

    O Ministério da Justiça de Israel publicou nesta quarta-feira (22) os nomes de 300 prisioneiros palestinos que deverão ser libertados como parte de um acordo mais amplo para libertar reféns detidos na Faixa de Gaza.

    A lista incluía mais detalhes, incluindo idades e motivo da prisão.

    Nos termos do acordo recentemente negociado, o Secretariado do Gabinete israelense disse que 150 prisioneiros palestinos seriam libertados em quatro etapas durante quatro dias, desde que pelo menos 10 raptados israelenses pelo Hamas fossem entregues às forças de segurança de Israel todos os dias.

    Israel disse que haveria uma pausa nos combates durante esses quatro dias.

    Veja também: Israel aprova acordo com Hamas para libertar reféns

    Embora o acordo inicial preveja que os reféns em Gaza serão libertados em troca de 150 mulheres e crianças palestinas detidas em prisões israelenses, a lista publicada nesta quarta-feira pelo governo israelense inclui 300 nomes porque Israel oferece a possibilidade de haver uma segunda fase de troca de prisioneiros por reféns.

    Em comunicado, o Secretariado do Gabinete israelense disse que a segunda fase funcionaria da mesma forma que a troca inicial, incluindo a libertação de palestinos em grupos sujeitos à libertação de pelo menos 10 pessoas por dia e a uma pausa nos combates.

    A publicação da lista de nomes na manhã desta quarta-feira inicia um contagem regressiva de 24 horas durante a qual petições legais contra a libertação de prisioneiros palestinos podem ser apresentadas ao Supremo Tribunal de Israel.

    Não está claro se quaisquer objeções legais serão apresentadas ou se o Supremo Tribunal concordaria em ouvi-las nesse caso.

    Acordo

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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