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    Israel x Hamas: fatores que dificultam a libertação dos reféns

    Estados Unidos, Israel e Hamas conduzem negociações intensas com a mediação do Catar.

    Soldados israelenses durante ação em local anunciado como Gaza
    Soldados israelenses durante ação em local anunciado como Gaza 6/11/2023 Divulgação via REUTERS

    Alex MarquardtMJ LeeKevin LiptakJennifer HanslerOren Liebermannda CNN

    Até agora, apenas alguns reféns foram libertados desde o início da guerra entre o Israel e o Hamas.

    Os Estados Unidos, Israel e o Hamas – com a mediação importante do Catar – estão envolvidos em negociações há semanas para libertar os reféns de Gaza.

    As partes estão trabalhando para um acordo que implicaria na sustentação de uma pausa de dias nos combates em troca da libertação de um grande grupo de reféns, disse um alto funcionário dos EUA familiarizado com as negociações à CNN na sexta-feira (10).

    Mas vários fatores estão dificultando os esforços de negociação: uma das complicações nas conversas em curso tem sido a verificação da lista de nomes de reféns e de prisioneiros palestinos que o Hamas e Israel libertariam respectivamente como parte do acordo, disseram dois responsáveis à CNN.

    Israel quer garantir que nenhum dos prisioneiros libertados esteja ligado ao Hamas e o país tem examinado minuciosamente os nomes propostos como parte do processo.

    Outro fator que reduziu os ritmos das negociações foi a falta de informação sobre os reféns que estão com o Hamas.

    Como se acredita que outros grupos em Gaza, como a Jihad Islâmica, também capturaram reféns, não ficou claro para os negociadores quem exatamente o Hamas poderia libertar como parte de um acordo.

    Ao longo do processo, os combates diários e os problemas logísticos atrasaram as negociações, incluindo cortes de comunicação em Gaza que impediram os líderes do Hamas na faixa de falar com os seus líderes políticos no Catar.

    A complicada diplomacia indireta, envolvendo mediadores do Catar, significa que pode levar horas – e até dias – para que as mensagens sejam trocadas entre todas as partes.

    O estilo indireto de negociação é complicado, reconheceu um responsável dos EUA, mas necessário.

    Este conteúdo foi criado originalmente em Internacional.

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