Juiz pede preservação de provas sobre morte de homem em Minneapolis

Alex Pretti, de 37 anos, morreu após ser baleado por um agente federal em Minnesota, nos Estados Unidos

Julia Vargas Jones e Laura Sharman, da CNN
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Um juiz federal em Minnesota, nos Estados Unidos, concedeu uma liminar impedindo que agências federais destruam ou alterem provas relacionadas ao assassinato de Alex Pretti, de 37 anos, por um agente federal em Minneapolis.

O juiz distrital Eric Tostrud emitiu uma ordem na noite de sábado (24) proibindo réus federais (incluindo o Departamento de Segurança Interna e agências federais de imigração) de destruir ou alterar qualquer prova relacionada ao ataque a tiros.

Isso inclui provas supostamente removidas da cena do crime ou levadas para custódia federal exclusiva, segundo a ordem.

O Departamento de Investigação Criminal de Minnesota e o Ministério Público do Condado de Hennepin solicitaram a liminar após processarem o governo Trump no início da manhã de sábado.

A CNN entrou em contato com o Departamento de Segurança Interna e o Departamento de Justiça dos EUA para comentar o processo e as alegações feitas pelas autoridades de Minnesota.

Uma audiência está marcada para segunda-feira (26), às 14h (no horáiro local), na capital St. Paul.

A decisão representa uma vitória judicial inicial para as autoridades estaduais que buscam preservar provas e exercer supervisão sobre a investigação do confronto fatal envolvendo agentes federais.