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    Líbano faz queixa ao Conselho de Segurança após assassinato de líder do Hamas em Beirute

    País atribui responsabilidade do ataque a Israel, que não negou, nem confirmou envolvimento no caso

    Líder e fundador do Hamas Saleh al-Arouri foi morto em ataque no Líbano
    Líder e fundador do Hamas Saleh al-Arouri foi morto em ataque no Líbano REUTERS / HEZBOLLAH MEDIA OFFICE / POOL VIA WANA

    Da CNN

    O Líbano apresentou uma queixa ao Conselho de Segurança da ONU sobre o assassinato de Saleh al-Arouri, vice-líder do Hamas, na capital Beirute, chamando o fato de “fase mais perigosa” dos ataques israelenses ao país.

    A reclamação foi feita no dia 4 de janeiro, sendo obtida pela Reuters nesta sexta-feira (5). O documento informa que Israel usou seis mísseis no ataque que matou Arouri e acrescentou que o país utiliza o espaço aéreo libanês para bombardear a Síria.

    A autoria do ataque que matou Arouri foi amplamente atribuída a Israel, incluindo uma autoridade dos Estados Unidos que disse que o país do Oriente Médio estaria por trás do caso.

    Entretanto, o governo israelense não reivindicou responsabilidade pela operação, mas também não negou envolvimento.

    Enquanto isso, Sayyed Hassan Nasrallah, chefe do Hezbollah, grupo armado do Líbano, disse na quarta-feira (3) que o assassinato do vice-líder do Hamas é um “grande e perigoso crime sobre o qual não podemos ficar em silêncio”.

    Nasrallah também alertouque se Israel travar uma guerra com o Líbano, a resposta será “ilimitada”.

    Saleh Mohammed Suleiman al-Arouri nasceu em 1966, na aldeia de Aroura, no distrito de Ramallah, na Cisjordânia. Ele participou da fundação das Brigadas Al-Qassam, o braço militar do Hamas na Cisjordânia, e é considerado o mentor da parte de armamento do grupo.

    Ele começou a estabelecer e organizar um setor militar para o movimento na Cisjordânia em 1991 e 1992, o que contribuiu para a efetivação das Brigadas Al-Qassam na Cisjordânia em 1992.

    Saiba mais sobre quem foi Saleh al-Arouri nesta matéria.

    *com informações da Reuters e da CNN