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    Líder do Grupo Wagner nega rendição e diz que Putin está “profundamente enganado”

    Prigozhin rebateu Vladimir Putin, afirmou que o Grupo Wagner luta por seu país e se recusou a se render

    Chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, nega rendição
    Chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, nega rendição REUTERS/Yulia Morozova

    Anna ChernovaTim Listerda CNN

    Yevgeny Prigozhin, chefe do grupo mercenário Wagner, recusou-se a se render após o discurso do presidente russo, Vladimir Putin, e descreveu as ações do mandatário como uma traição.

    Prigozhin disse no Telegram que o presidente está “profundamente enganado”.

    “Sobre a ‘traição à pátria’, o presidente está profundamente equivocado. Somos patriotas de nosso país, lutamos e estamos lutando, todos os lutadores do Grupo Wagner”, disse o mercenário em mensagens de áudio compartilhadas pela assessoria de imprensa.

    “E ninguém vai se entregar a pedido do presidente, do FSB [Serviço Federal de Segurança] ou de quem quer que seja”, acrescentou.

    A linguagem do chefe do grupo na mensagem desafia claramente tanto o Kremlin quanto os serviços de segurança. Anteriormente, ele teve o cuidado de não criticar Putin diretamente ou desafiar sua autoridade.

    Prigozhin também voltou a um tema familiar, dizendo que seus homens são patriotas e se recusam a perpetuar a “corrupção, engano e burocracia” em que ele afirma que a Rússia está vivendo.

    “Quando nos disseram que estávamos em guerra com a Ucrânia, fomos e lutamos. Mas descobriu-se que munições, armas, todo o dinheiro que foi alocado também está sendo roubado, e os burocratas estão sentados [ociosos], guardando para si, apenas para a ocasião que aconteceu hoje, quando alguém [está] marchando para Moscou”, ele disse.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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