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    Lula se reúne com Macron no G7 e reforça cooperação contra garimpo ilegal

    Presidente brasileiro também teve encontros com primeiro-ministro da Índia, Modi, presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e Papa Francisco, nesta sexta-feira (14)

    O presidente francês, Emmanuel Macron, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, Brasil
    O presidente francês, Emmanuel Macron, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, Brasil 28/03/2024REUTERS/Ueslei Marcelino

    Patrícia Vilas Boasda Reuters em São Paulo

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente francês, Emmanuel Macron, reforçaram nesta sexta-feira (14) o compromisso de cooperação no combate ao garimpo ilegal no Brasil e na Guiana Francesa em uma reunião bilateral às margens da cúpula do G7.

    A Reuters noticiou em fevereiro que os governos Lula e Macron assinariam um acordo de cooperação internacional entre as polícias dos dois países, prevendo operações conjuntas de combate ao garimpo ilegal na Guiana Francesa.

    “As partes reafirmam seu compromisso em cooperar no âmbito bilateral e no âmbito regional no Escudo das Guianas, no combate à criminalidade entre fronteiras, em especial ao garimpo ilegal, o tráfico de madeira e de espécies de fauna e flora silvestres ameaçadas de extinção”, afirmou o Itamaraty em nota divulgada nesta sexta-feira (14).

    O acordo, segundo a pasta, envolve a cooperação nas áreas da polícia e da inteligência e de “outras questões de interesse comum”.

    Em março deste ano, França e Brasil comprometeram-se com o combate às ameaças à segurança e ao meio ambiente, durante visita do presidente francês ao país.

    A reunião acontece em meio às atividades realizadas da cúpula do G7, na Itália — que detém a presidência rotativa do grupo.

    Lula também conversou com o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, que pediu apoio ao líder brasileiro para integrar o bloco do BRICS.

    O presidente brasileiro disse que vai apoiar a demanda do presidente turco, segundo nota do Itamaraty.

    Formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o grupo de países emergentes BRICS contou com a adesão de Egito, Etiópia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Irã, no ano passado.

    As reuniões fizeram parte de uma série de outros encontros do presidente brasileiro nesta sexta-feira (14), que incluiu também o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o Papa Francisco.

    A presença de alguns desses líderes é esperada na cúpula do G20, que ocorre nos dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro.