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    Mais de mil soldados ucranianos se renderam em Mariupol, diz Rússia

    Prefeito afirma que 100 mil civis permanecem na cidade e aguardam evacuação

    Tanque de forças pró-Rússia passa por área residencial de Mariupol, na Ucrânia
    Tanque de forças pró-Rússia passa por área residencial de Mariupol, na Ucrânia 05/04/2022REUTERS/Alexander Ermochenko

    Ronald Popeskida Reuters

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    O Ministério da Defesa da Rússia disse nesta quarta-feira que 1.026 soldados da 36ª Brigada de Fuzileiros Navais da Ucrânia, incluindo 162 oficiais, se renderam na cidade sitiada de Mariupol. A Rússia acrescentou que 151 soldados ucranianos feridos foram tratados no local e levados para o hospital da região.

    Entretanto, um porta=voz do Ministério da Defesa da Ucrânia disse que “desconhece” a informação divulgada pela Rússia.

    Segundo Vadym Boychenko, prefeito de Mariupol, mais de 100 mil civis permanecem na cidade aguardando evacuação.

    Mais cedo, o líder da república da Chechênia, Ramzan Kadyrov, relatou a rendição dos ucranianos e exigiu que as forças restantes escondidas façam o mesmo.

    As autoridades ucranianas não se manifestaram sobre a declaração, compartilhada no canal do Telegram de Kadyrov. O Estado-Maior da Ucrânia, em seu relatório desta quarta-feira (13), informou que as forças russas mantém ataques ao porto e a uma siderúrgica da cidade.

    A televisão russa exibiu imagens do que disse serem fuzileiros navais se entregando na siderúrgica, em Mariupol, muitos deles feridos.

    “Dentro da siderúrgica Azovstal, no momento, há cerca de 200 feridos que não podem receber assistência médica”, disse Kadyrov no Telegram. “Para eles e todo o resto, seria melhor acabar com essa resistência inútil e voltar para suas famílias”.

    Kadyrov é um fervoroso defensor do líder do Kremlin, Vladimir Putin, e mobilizou muitos de seus combatentes na Ucrânia para reforçar a iniciativa russa de “desmilitarizar” e “desnazificar” a Ucrânia.

    Em mensagens anteriores, o líder da Chechênia prometeu prosseguir com a captura de Mariupol e pressionar para tomar todas as outras cidades ucranianas, incluindo Kiev.

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