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    Manifestantes protestam a favor da Palestina na Avenida Paulista, em SP

    Protesto pedia a criação de um Estado palestino e o fim dos ataques de Israel à Faixa de Gaza

    Ato pela paz na Palestina realizado na praça Oswaldo Cruz, na região central de São Paulo neste domingo (22)
    Ato pela paz na Palestina realizado na praça Oswaldo Cruz, na região central de São Paulo neste domingo (22) GABRIEL SILVA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

    Flávio IsmerimFelipe SouzaRenan Fiuzada CNN

    São Paulo

    Um protesto organizado por manifestantes que militam em prol da causa Palestina tomou a Avenida Paulista, na altura da Praça Oswaldo Cruz, em São Paulo, neste domingo (22).

    O local, que é um tradicional ponto de encontro para manifestações, estava tomado por militantes pró-Palestina, que empunhavam bandeiras do país e, entre outras coisas, pediam a formação de um Estado palestino no Oriente Médio e o fim dos ataques israelenses à Faixa de Gaza.

    A ofensiva de Israel começou no dia 7 de outubro, em resposta aos atos terroristas do grupo radical islâmico Hamas que surpreenderam o país.

    A Avenida Paulista, que tradicionalmente fica fechada para o trânsito de carros aos domingo em função do programa Ruas Abertas, da Prefeitura de São Paulo, tinha fluxo de veículos regular. A Polícia Militar destacou um efetivo para acompanhar o protesto e garantir a segurança dos manifestantes.

    Segundo a Federação Árabe-Palestina do Brasil, cerca de 60 mil imigrantes e refugiados palestinos vivem hoje no Brasil — e a maior parte deles mora na capital paulista.

    Veja também: Manifestantes protestam a favor da Palestina no mundo

    Solução de Dois Estados

    A ideia da solução de Dois Estados parece bastante simples — um Estado israelense e um Estado palestino, existindo lado a lado em paz.

    Esse tem sido o objetivo da comunidade internacional há décadas, desde o Plano de Partição da ONU de 1947, e muitas nações dizem que é a única forma de sair do conflito. Mas o progresso na consecução do objetivo não foi nada fácil e estagnou nos últimos anos.

    Os dois lados não conseguiram chegar a um acordo sobre várias questões fundamentais para a solução. Ambos reivindicam partes, senão toda, da cidade santa de Jerusalém como sua capital.

    Eles discutem onde traçar fronteiras e continuam a entrar em conflito sobre os colonatos israelitas em território ocupado. Além disso, o que acontece aos refugiados palestinos que fugiram do que hoje é Israel após a guerra de 1948 é um ponto de discórdia.

    Veja imagens da guerra entre Israel e Hamas