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    Militar israelense é resgatada durante operação terrestre na Faixa de Gaza, diz Exército

    Ori Megidish havia sido sequestrada durante os ataques terroristas de 7 de outubro; militar passou por exames e está bem

    Da CNN

    Jerusalém

    Uma militar de Israel foi resgatada do cativeiro do grupo radical islâmico Hamas na Faixa de Gaza durante uma operação militar terrestre. A informação foi divulgada pelas forças israelenses nesta segunda-feira (30).

    Os militares disseram que a soldado, chamada Ori Megidish, havia sido sequestrada pelo Hamas durante os ataques terroristas em 7 de outubro.

    “Durante a noite, Ori Megidish foi libertada durante as operações terrestres das FDI”, disseram as Forças de Defesa de Israel em um comunicado.

    O Exército disse que ela já havia passado por exames médicos e estava “passando bem”.

    “A soldado foi examinada clinicamente, está bem e se encontrou com sua família”, diz o texto.

    “Com base na inteligência”, as forças especiais israelenses entraram no norte de Gaza sabendo do seu paradeiro e resgataram-na, disse o tenente-coronel Jonathan Conricus à CNN na terça-feira.

    Ele acrescentou que Megidish também forneceu informações sobre seu cativeiro a oficiais da inteligência israelense que “podem ser usadas no futuro”.

    Conricus não compartilhou se havia outras operações planejadas com base na inteligência existente sobre o paradeiro exato dos reféns restantes, mas disse à CNN que “estamos definitivamente comprometidos em obter todos os nossos 238 reféns atualmente detidos pelo Hamas em Gaza, todos eles, para levá-los para casa”.

    Ele alegou que o Hamas está se entregando à guerra psicológica usando reféns como alavanca.

    Conricus rejeitou as alegações de que as operações terrestres de Israel no norte de Gaza teriam potencialmente um impacto negativo nas negociações de reféns, dizendo que com base no resgate de. Ori Megidish: “Eu diria que a realidade local dita de forma diferente”.

    Veja também: Civis se protegem no segundo maior hospital de Gaza

    Com informações da CNN Internacional e da Reuters