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    Moscou levou 700 mil crianças ucranianas que teriam buscado refúgio, afirma político russo; Ucrânia diz investigar

    Número é 35 vezes maior do que estimativas da Ucrânia do número de crianças retiradas à força de suas casas e levadas para o território inimigo

    Um morador local carrega uma menina do lado de fora de um prédio parcialmente destruído como resultado de ataques de mísseis em Kiev, em 24 de junho.
    Um morador local carrega uma menina do lado de fora de um prédio parcialmente destruído como resultado de ataques de mísseis em Kiev, em 24 de junho. Sergei Supinsky/AFP/Getty Images

    Svitlana Vlasovada CNN

    A Rússia levou 700.000 crianças ucranianas sob custódia em programa para proteger os órfãos e os abandonados durante os combates, afirmou um legislador russo.

    O número informado é mais de 35 vezes maior do que as estimativas ucranianas do número de crianças retiradas à força de suas casas e levadas para a Rússia.

    Em uma postagem no Telegram, o legislador russo Grigory Karasin afirmou que as crianças “buscaram refúgio” na Rússia.

    “Muitos com seus pais e crianças de orfanatos com seus professores”, disse Karasin.

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que o número total de crianças deportadas para a Rússia é de pelo menos 19.505.

    Kiev disse que milhares de casos já estão sob investigação.

    Um relatório divulgado em fevereiro detalhou alegações de uma extensa rede de dezenas de campos na Rússia, onde as crianças passaram por “reeducação política”, incluindo educação acadêmica, cultural e, em alguns casos, militar centrada na Rússia.

    A Rússia negou que esteja fazendo algo ilegal, alegando que está trazendo crianças ucranianas para um lugar seguro.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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