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    Netanyahu conversa com Milei e convida presidente eleito para visitar Israel

    Primeiro-ministro também agradeceu intenção do político argentino de transferir a embaixada do país sul-americano para Jerusalém

    Presidente eleito da Argentina, Javier Milei
    Presidente eleito da Argentina, Javier Milei 19/11/2023. REUTERS/Cristina Sille/File Photo

    Ari RabinovitchLucila Sigalda Reuters

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, conversou nesta segunda-feira (4) com o presidente eleito da Argentina, Javier Milei, e o convidou para uma visita a Israel.

    Netanyahu também agradeceu pela intenção de Milei de transferir a embaixada do país sul-americano para Jerusalém, informou o gabinete do premiê israelense.

    O primeiro-ministro parabenizou Milei pela vitória nas eleições e agradeceu por seu apoio a Israel durante a guerra contra o Hamas.

    “O primeiro-ministro agradeceu ao presidente eleito por sua intenção de transferir a embaixada da Argentina para Jerusalém e o convidou para uma visita a Israel”, disse o comunicado.

    A equipe do político argentino se recusou a comentar o assunto à imprensa, embora o economista libertário tenha dito durante a campanha eleitoral que pretendia transferir a embaixada do país para Jerusalém.

    Apenas alguns países têm suas embaixadas em Israel em Jerusalém, pois a maioria mantém a representação diplomática no centro econômico de Tel Aviv.

    Milei, que afirma pretender se converter ao judaísmo, visitou o túmulo de um conhecido rabino judeu ortodoxo durante uma viagem recente aos Estados Unidos.

    Ele tem dito que assumirá uma posição fortemente pró-Israel na política externa.

    Embora Israel considere Jerusalém a sua capital indivisível e queira todas as embaixadas baseadas na cidade, a maior parte do mundo não reconhece a soberania israelense sobre toda a cidade, ponderando que seu status deve ser resolvido em negociações.

    Os palestinos querem que a capital do seu Estado independente fique no setor oriental da cidade, o qual Israel capturou e anexou na guerra do Oriente Médio, em 1967, uma medida nunca reconhecida internacionalmente.