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    Netanyahu nega cessar-fogo em Gaza até que reféns de Israel sejam libertados

    Secretário de Estado dos EUA e líder do grupo libanês Hezbollah defenderam nesta sexta-feira (3) pacificação em Gaza

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu ABIR SULTAN /Pool via REUTERS

    Da CNN*

    Israel não concordará com cessar-fogo temporário com o Hamas até que os mais de 240 reféns capturados pelo grupo radical islâmico durante o ataque do dia 7 de outubro sejam libertados, disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nesta sexta-feira (3).

    “Israel recusa um cessar-fogo temporário que não inclua o retorno de nossos reféns”, afirmou ele durante um discurso televisionado.

    Nesta sexta-feira, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, voltou a solo israelense para pressionar o governo israelense sobre a sua ofensiva em curso na Faixa Gaza.

    O principal diplomata dos EUA se encontrou com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e outros altos funcionários em meio à crescente condenação internacional e ao crescente número de mortes de civis em Gaza.

    Blinken defendeu pausas humanitárias no conflito e disse ser “importante que tudo seja feito para proteger civis”.

    Além do secretário dos EUA, quem esteve no centro das atenções do conflito foi o líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah.

    Em seu primeiro pronunciamento desde o início do conflito, Nasrallah apelou para que se “trabalhasse dia e noite” por um cessar-fogo em Gaza, dizendo que esse é o “objetivo principal” do Hezbollah.

    Nasrallah culpou os Estados Unidos pela guerra em Gaza e pelo elevado número de mortos de civis, e disse que uma diminuição da violência no enclave sitiado é vital para evitar uma guerra regional.

    Caso o conflito siga escalando, o líder do Hezbollah afirmou que “a chance de a frente libanesa se transformar numa batalha ampla é uma possibilidade realista”.

    *Com informações de Reuters

    Veja também: Líder do Hezbollah nega envolvimento em ataques do Hamas