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    COP27

    Novo rascunho de acordo da COP27 inclui proposta para fundo de “perdas e danos”

    Mais recente proposta inclui a questão de um fundo para "perdas e danos", segundo a qual a cúpula concordaria em lançar um novo fundo para ajudar os países mais vulneráveis a lidar com o custo dos danos climáticos

    William JamesKate Abnettda Reuters

    em Sharm el-Sheikh, Egito

    A agência climática da Organização das Nações Unidas (ONU) publicou, neste sábado (19), a mais recente proposta de acordo climático da COP27, que inclui a questão de um fundo para “perdas e danos”, segundo a qual a cúpula concordaria em lançar um novo fundo para ajudar os países mais vulneráveis a lidar com o custo dos danos climáticos.

    O rascunho, que precisa da aprovação de quase 200 países da COP27 no Egito, concordaria em “estabelecer um fundo para responder a perdas e danos”.

    O apelo dos países em desenvolvimento por um fundo para danos climáticos dominou as negociações da ONU nas últimas duas semanas, empurrando a cúpula para além do término programado para sexta-feira, enquanto os países lutavam para fechar um acordo.

    O rascunho da proposta levaria muitas das decisões mais controversas sobre o fundo para o próximo ano, quando um “comitê de transição” faria recomendações para os países adotarem na COP28, em novembro de 2023.

    Essas recomendações abrangem “identificar e expandir fontes de financiamento” – referindo-se à questão controversa de quais países deveriam contribuir para o novo fundo.

    Depois de anos de países ricos resistindo aos apelos de países vulneráveis ​​ao clima por financiamento para perdas e danos, a União Europeia disse na quinta-feira que apoiaria um novo fundo se economias emergentes com altas emissões, como a China, também pagassem – em vez de apenas grandes emissores históricos como a UE e os Estados Unidos.