Países enviam médicos, insumos e equipamentos para ajudar em resgates no Líbano

Segundo números mais recentes, 135 pessoas morreram, cinco mil ficaram desaparecidas e 300 mil estão desabrigadas, segundo o Ministério da Saúde. 

Da CNN*

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A destruição registrada em Beirute, capital do Líbano, após uma explosão no porto da cidade nesta terça-feira (4) proporcionou uma onda de solidariedade internacional para ajudar o país.

Segundo números mais recentes, pelo menos 135 pessoas morreram, centenas estão desaparecidas, cinco mil ficaram feridas e 300 mil estão desabrigadas, segundo o Ministério da Saúde local. 

A União Europeia reativou seu programa de ajuda a países que sofreram desastres naturais, e mais de 100 bombeiros com veículos, cães e equipamentos para busca e salvamento foram enviados a Beirute. A UE também ativou o sistema de mapeamento por satélite Copernicus para ajudar a avaliar os danos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Cruz Vermelha anunciaram que vão enviar 40 toneladas de suprimentos médicos, incluindo equipamentos de proteção individual (EPIs). O voo será pago pela International Humanitarian City.

Outras 40 toneladas de equipamentos médicos serão enviadas pela Noruega, nove pelo Irã, oito pela Itália e seis pela França. Os noruegueses doarão 25 milhões de coroas norueguesas (US$ 2,79 milhões) e a Alemanha enviou 1 milhão de euros (US$ 1,19 milhão), por meio da Cruz Vermelha Alemã.

Suprimentos hospitalares também irão em aviões mandados por Chipre, Egito, Rússia, Iraque, Kuwait, Qatar e Tunísia. Russos, iranianos e qatarianos contribuirão também com insumos e estrutura para a montagem de hospitais de campanha.

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Além de insumos hospitalares, a França enviará 55 funcionários de segurança e médicos. O presidente francês Emmanuel Macron voará nesta quinta-feira (6) para Beirute. 

Equipes médicas também serão colocadas à disposição pela Holanda, Polônia, Rússia, Grécia e pelo Irã. Alemanha, Polônia, República Tcheca e Turquia vão reforçar as equipes de resgate e busca por sobreviventes. A Dinamarca se compromete a colaborar com 600 roupas de proteção química.

(Com informações da Reuters)

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