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    Paquistão registra 550 mortes após chuvas mais fortes em três décadas

    Governo do país montou campos de ajuda para população afetada pelas inundações, que destruíram quase 50 mil casas

    Vista aérea da colônia Al Shah após fortes chuvas de monção atingem Hyderabad, Paquistão, em 26 de julho de 2022
    Vista aérea da colônia Al Shah após fortes chuvas de monção atingem Hyderabad, Paquistão, em 26 de julho de 2022 Anadolu Agency via Getty Images

    Asif ShahzadGul Yousafzaida Reuters

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    Inundações causadas por fortes chuvas de monção mataram pelo menos 549 pessoas no Paquistão no mês passado, com comunidades remotas na empobrecida província do Baluchistão entre as mais atingidas, informou o governo do país.

    Agências governamentais e o exército montaram campos de ajuda e socorro em regiões atingidas pelas enchentes e estão trabalhando para ajudar a realocar famílias e fornecer alimentos e remédios.

    Além das mortes, as inundações danificaram mais de 46 mil casas, disse a Autoridade Nacional de Gerenciamento de Desastres (NDMA) na sexta-feira (5).

    “Estamos fazendo o nosso melhor para fornecer amplo socorro e reabilitação às vítimas das enchentes”, disse o primeiro-ministro Shehbaz Sharif durante visita às áreas atingidas.

    Mas o governo provincial do Baluchistão disse que precisa de mais fundos e apelou a organizações internacionais por assistência.

    “Nossas perdas são enormes”, disse o ministro-chefe da província, Abdul Qudoos Bezenjo. Houve escassez de alimentos em todos os distritos atingidos pelas inundações, com alguns também desconectados do resto da província devido à destruição de mais de 700 quilômetros de estradas.

    Um homem anda de bicicleta ao longo de uma estrada inundada, após fortes chuvas durante a estação de monções em Karachi, Paquistão / Akhtar Soomro/Reuters

    Bezenjo disse que sua província precisa de “enorme assistência” do governo e de agências internacionais de ajuda.

    O mês passado foi o mais chuvoso em três décadas, com 133% mais chuva do que a média dos últimos 30 anos, disse o NDMA. O Baluchistão, que faz fronteira com o Irã e o Afeganistão, recebeu 305% mais chuva do que a média anual, disse a agência de desastres.

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