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    Peru declara emergência ambiental após vazamento de petróleo na Amazônia

    Governo local classificou que evento tem "impacto significativo no ecossistema do rio Amazonas, além de alto risco à saúde pública"

    Fiscais analisam impacto do derrame de petróleo em rio do Peru na região amazônica
    Fiscais analisam impacto do derrame de petróleo em rio do Peru na região amazônica Divulgação/Ministério do Meio Ambiente do Peru

    Carolina FigueiredoTiago Tortellada CNN

    em São Paulo

    O governo do Peru declarou emergência ambiental na região de Loreto no sábado (24) após vazamento de petróleo do oleoduto Norperuano. A medida é válida por 90 dias.

    “O objetivo é garantir a gestão sustentável dos territórios afetados, realizando os correspondentes trabalhos de recuperação e remediação para mitigar a contaminação ambiental”, diz a nota.

    “Isso visa proteger a saúde dos habitantes daquela área do país e a conservação dos recursos naturais que este território amazônico abriga”, complementa o texto.

    Ainda segundo a administração federal, é realizada pesca artesanal na área onde ocorreu o derramamento de petróleo cru, e o ocorrido “constitui um evento súbito com impacto significativo no ecossistema do rio Amazonas, além de alto risco à saúde pública”.

    A Agência de Avaliação e Fiscalização Ambiental avaliou que foram afetados “848.400 m² de corpo d’água (compreendendo 33.600 m² do canal de flotação), 600 m² de um córrego sem nome, 154.200 m² do córrego Cuninico e 660.000 m² da margem esquerda do rio Marañón.

    Governos locais e regionais coordenarão com as entidades públicas responsáveis a execução do plano emergencial.