Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Polícia francesa prende mais dois suspeitos por atentado em Nice

    Um agressor gritando "Allahu Akbar" (Alá é Maior) decapitou uma mulher e matou duas outras pessoas em uma igreja em Nice na quinta-feira (29)

    Reuters



     

    Mais dois homens foram presos suspeitos de envolvimento com o ataque a faca que deixou três mortos em uma igreja em Nice, elevando o número de pessoas sob custódia policial para seis, enquanto os investigadores examinam os últimos contatos conhecidos do suspeito. A informação foi confirmada por uma fonte da polícia francesa.

    As últimas prisões ocorreram no sábado (31), disse a fonte.

    Leia também:
    Ataque com faca deixa ao menos 3 mortos e vários feridos na França
    Cresce boicote de muçulmanos à França após Macron defender caricaturas de Maomé

    Um agressor gritando “Allahu Akbar” (Alá é Maior) decapitou uma mulher e matou duas outras pessoas em uma igreja em Nice na quinta-feira (29), no segundo ataque fatal de faca na França em duas semanas com suspeitas de motivação islâmica.

    O suspeito agressor, um tunisino de 21 anos, foi baleado pela polícia e agora está em estado crítico em um hospital.

    As últimas prisões no caso envolveram dois homens da cidade de Grasse, perto da costa sul da França perto de Nice , informou a TV BFM.

    O promotor-chefe antiterrorismo da França disse que o homem suspeito de realizar o ataque de Nice chegou à Europa em 20 de setembro em Lampedusa, a ilha italiana ao largo da Tunísia.

    Investigadores na Itália também estão intensificando as investigações sobre os movimentos e contatos do suposto agressor na ilha da Sicília. Eles acreditam que ele pode ter passado um tempo lá depois de ir de Lampedusa a Bari no início de outubro em um navio usado para colocar imigrantes em quarentena, disseram fontes judiciais.

    Em Bari, ele teria recebido uma ordem de expulsão obrigando-o a deixar a Itália em uma semana, disseram as fontes judiciais. Os investigadores estão investigando a possibilidade de o suspeito ter ficado na cidade siciliana de Alcamo por um período de 10 dias, acrescentaram as fontes. 

    Tópicos

    Tópicos