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    Premiê britânico diz que país retomará polêmicos voos de imigrantes para Ruanda

    Rishi Sunak afirmou que primeiro voo deve ser em até 12 anos semanas; plano já foi criticado internacionalmente e proibido por tribunal europeu

    Elizabeth PiperSarah Youngda Reuters

    em Londres

    O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, disse nesta segunda-feira (22) que o primeiro voo com requerentes de asilo partirá para Ruanda em 10-12 semanas, enquanto ele estabelece planos para sua política emblemática de combater a migração ilegal.

    Falando em uma coletiva de imprensa, Sunak disse que não descreveria os detalhes operacionais exatos do plano, mas disse que o governo fez preparativos específicos.

    “Posso confirmar que colocamos um aeródromo em espera, reservamos aviões fretados comerciais para faixas específicas, e temos 500 indivíduos altamente treinados prontos para escoltar imigrantes ilegais até Ruanda com mais 300 treinados nas próximas semanas”, disse Sunak.

    “Estamos prontos. Os planos estão prontos. E esses voos ocorrerão de toda forma.”

    Sob o cronograma estabelecido pelo Sunak, o primeiro voo partiria em julho.

    Sunak também disse estar “confiante” de que o plano cumpriu todas as obrigações internacionais do Reino Unido, respondendo a uma pergunta sobre sua adesão à Convenção Europeia sobre Direitos Humanos.

    “Se alguma vez houver uma escolha entre a nossa segurança nacional – proteger as nossas fronteiras – e ser membro de um tribunal estrangeiro, claro que vou sempre dar prioridade à nossa segurança nacional,” disse, referindo-se ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.