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    Príncipe William diz que andar atrás do caixão da rainha trouxe memórias

    William e Harry, então com 15 e 12 anos, seguiram o caixão de sua mãe, a princesa Diana, pelo centro de Londres após sua morte em um acidente de carro em 1997

    Membros da família real britânica, entre eles o rei Charles III e os príncipes William e Harry, acompanham o caixão da rainha Elizabeth II em procissão no centro de Londres.
    Membros da família real britânica, entre eles o rei Charles III e os príncipes William e Harry, acompanham o caixão da rainha Elizabeth II em procissão no centro de Londres. Victoria Jones/Pool via REUTERS

    William JamesEstelle ShirbonWilliam Macleanda Reuters

    Londres

    O príncipe William, herdeiro do trono, caminhou atrás de seu pai, o rei Charles, e lado a lado com seu irmão mais novo, o príncipe Harry, durante a solene procissão de quarta-feira (14) que levou a falecida rainha Elizabeth do Palácio de Buckingham ao Westminster Hall.

    William disse a seus amigos que caminhar atrás do caixão de sua avó foi desafiador e trouxe de volta memórias, se referindo ao dia que, 25 anos antes, quando ainda menino, ele seguiu o caixão de sua mãe no caminho para o seu funeral.

    “A caminhada de ontem foi desafiadora”, disse William ao público que simpatizava com ele por sua perda enquanto via flores colocadas do lado de fora da propriedade real de Sandringham, no leste da Inglaterra, para homenagear a rainha.

    Ele pode ser ouvido dizendo “trouxe algumas memórias”, em imagens de vídeo da troca na quinta-feira (15).

    William e Harry, então com 15 e 12 anos, seguiram o caixão de sua mãe, a princesa Diana, pelo centro de Londres sob o brilho da mídia mundial depois que ela foi morta em um acidente de carro em Paris aos 36 anos em 1997, uma imagem definidora de suas vidas.

    Os irmãos, cujo relacionamento se tornou tenso nos últimos anos, falaram no passado do trauma duradouro que sofreram após a morte de sua mãe e daquela caminhada, durante a qual mantiveram uma feição apática apesar da dor.

    Embora as circunstâncias fossem diferentes desta vez, a rainha tendo morrido pacificamente aos 96 anos em sua casa escocesa, havia semelhanças – a emoção, a pompa solene e a sensação de um evento importante se desenrolando na frente de multidões e câmeras.