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    Quase 100 pessoas são presas durante manifestações Pró-Palestina em universidade nos EUA 

    A polícia de Los Angeles afirmou que grupo violou regras do campus, que é privado, em meio ao protesto na Universidade do Sul da Califórnia

    Estudantes e manifestantes de Yale cantam e protestam enquanto bloqueiam o cruzamento da College Street com a Grove Street, em Connecticut, 22 de abril de 2024, durante um protesto pró-Palestina depois que cerca de 45 estudantes foram presos
    Estudantes e manifestantes de Yale cantam e protestam enquanto bloqueiam o cruzamento da College Street com a Grove Street, em Connecticut, 22 de abril de 2024, durante um protesto pró-Palestina depois que cerca de 45 estudantes foram presos Aaron Flaum/Hartford Courant/Tribune News Service via Getty Images

    Elizabeth WolfeJosh Campbellda CNN

    O Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), nos EUA, disse que 93 pessoas foram presas sob suspeita de invasão durante as manifestações Pró-Palestinas de quarta-feira (24) na Universidade do Sul da Califórnia (USC).

    “A universidade é um campus privado e o grupo estava violando algumas de suas ordens. Naquele ponto, era uma invasão e nós ajudamos nas prisões”, disse a capitã da polícia de Los Angeles, Kelly Muniz, durante uma coletiva de imprensa.

    Uma pessoa também foi presa por agressão com arma mortal, disse Muniz. Ela não forneceu mais detalhes.

    Nenhum manifestante ou policial ficou ferido, disse a polícia.

    O Departamento de Segurança Pública da USC ordenou que os manifestantes se reunissem no Parque Alumni do campus na tarde de quarta-feira para se dispersarem ou seriam presos por invasão.

    A certa altura durante as manifestações, as tensões aumentaram quando os manifestantes se recusaram a mudar e remover as suas tendas e outros itens proibidos, disse um funcionário da universidade.

    A universidade fechou seu campus na noite de quarta-feira quando o LAPD começou a prender manifestantes.

    Da Califórnia a Massachusetts, houve uma série de grandes manifestações em campi universitários na semana passada. Em muitos campi, os manifestantes montaram acampamentos não autorizados para fazer valer as suas exigências.

    Desde sexta-feira (19), centenas de estudantes e outras pessoas foram presas em Columbia, Yale e na Universidade de Nova York, enquanto os críticos, incluindo proeminentes membros republicanos do Congresso dos EUA, intensificaram as acusações de antissemitismo e assédio por parte de pelo menos alguns manifestantes.

    (Com informações de Gerardo Gomez e José Pablo Diaz, da Reuters)