Recepção morna e poucos aplausos em Davos ao Conselho de Paz de Trump
Lançamento da iniciativa ocorre durante o Fórum Econômico Mundial; proposta tem a missão de promover a paz em todo o mundo e trabalhar para resolver conflitos
A recepção do Fórum Econômico Mundial ao novo Conselho de Paz, criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi tímida. Aplausos contidos no auditório com cadeiras vazias, e a presença de menos de 20 países — sem nenhum aliado histórico dos EUA da Europa Ocidental.
Durante a fala, Trump fez um discurso que misturou auto-elogios à economia americana e a avaliação de que o mundo possa a ficar “mais pacífico” com a criação do grupo.
Segundo Trump, “há pequenos focos de incêndio” no mundo, mas que o grupo vai “apagar”.
“Mas são focos pequenos”, disse ele, ao citar que a guerra na Faixa de Gaza “está realmente chegando ao fim”.
Entre os países que estão na cerimônia, estão dois latino-americanos: Argentina e Paraguai.
Além disso, há vários do Leste da Europa, como Armênia, Bulgária e Hungria.
Também estão presentes Arábia Saudita, Emirados Árabes, Marrocos, Azerbaijão, Indonésia, Geórgia, Cazaquistão, Kosovo, Paquistão e Turquia, entre outros.


