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    Reeleição de Macron na França, governo reage à fala de Barroso e mais de 25 de abril

    Presidente francês obteve 58,55% dos votos, sendo o primeiro líder a ser reeleito em 20 anos; em discurso de vitória, prometeu unir o país e disse que novo mandato não será de continuidade

    Presidente da França, Emmanuel Macron discursa a eleitores após vitória no segundo turno em 2022
    Presidente da França, Emmanuel Macron discursa a eleitores após vitória no segundo turno em 2022 Aurelien Meunier/Getty Images

    Léo Lopesda CNN

    em São Paulo

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    A reeleição de Emmanuel Macron na França, que obteve 58,55% dos votos e se tornou o primeiro presidente a ser reeleito em 20 anos, e a reação do Ministério da Defesa brasileiro à fala do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Barroso, que acusou as Forças Armadas de estarem sendo “orientadas para atacar o processo eleitoral brasileiro”, estão entre os destaques desta segunda-feira (25).

    Reeleito, Macron promete unir França e diz que novo mandato não será de continuidade

    Emmanuel Macron venceu a eleição presidencial da França neste domingo (24), defendendo um desafio histórico da candidata de extrema-direita Marine Le Pen durante o segundo turno.

    Macron obteve 58,55% dos votos, tornando-se o primeiro líder francês a ser reeleito em 20 anos. Em seu discurso de vitória, Macron prometeu ser o “presidente de cada um de vocês”.

    Ele, então, agradeceu a seus apoiadores e reconheceu que muitos, como em 2017, votaram nele simplesmente para bloquear a extrema-direita. Macron disse que seu segundo mandato não seria uma continuação do primeiro, comprometendo-se a resolver todos os problemas atuais da França.

    Defesa diz que afirmação de Barroso sobre processo eleitoral é “ofensa grave” e “ilação”

    O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, afirmou considerar uma “ofensa grave” a declaração dada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou que as Forças Armadas “estão sendo orientadas para atacar o processo” eleitoral brasileiro”.

    Por meio de nota, Oliveira afirmou ainda que a fala de Barroso é uma “ilação ou insinuação” e que não há provas de que as Forças Armadas “teriam recebido suposta orientação para efetuar ações contrárias aos princípios da democracia”. O general também classificou a declaração do ministro do Supremo como “irresponsável”.

    Jantar com dirigentes e candidatos da terceira via é adiado

    O jantar entre membros dos partidos da terceira via que estava marcado para esta segunda-feira (25), em São Paulo, foi adiado. Uma nova data que possibilite a presença de todas as pessoas envolvidas será agendada posteriormente.

    Os pré-candidatos à Presidência da República Luciano Bivar (União) e Simone Tebet (MDB) não conseguirão comparecer. Já Bruno Araújo, presidente do PSDB, Baleia Rossi, presidente do MDB, Roberto Freire, presidente do Cidadania, e Antônio Rueda, vice-presidente do União Brasil, estavam confirmados para a reunião.

    A pauta prevista para o encontro é a “discussão de critérios e caminhos para um projeto único de esperança para o Brasil e para os brasileiros”, segundo comunicado do PSDB.

    Aposentados do INSS começam a receber 1ª parcela do 13º salário nesta segunda (25)

    Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começam a receber a primeira parcela do 13º salário nesta segunda-feira (25). O pagamento do benefício foi antecipado pelo governo.

    A data de depósito varia de acordo com o valor que o segurado recebe do INSS e o número final do benefício, sem considerar o dígito.

    O depósito desta segunda-feira, por exemplo, será para quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.212, neste ano) e tem número final de benefício 1.

    STF determina que PF analise provas da CPI da Pandemia

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso determinou que a Polícia Federal analise um conjunto de provas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e alguns de seus aliados.

    A solicitação foi feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e envolve evidências relacionadas às suspeitas de disseminação de notícias falsas sobre o combate à pandemia da Covid-19.

    O objetivo da medida é que a Polícia Federal analise e organize a documentação para aprofundar as investigações.

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