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    Segundo dia de debate de megaprojeto de Milei no Congresso é marcado por manifestações

    Medida propõe regulações desde a política econômica até a privatização de estatais

    Pessoas entram em confronto com policiais enquanto protestam do lado de fora do Congresso Nacional durante o debate sobre o projeto de lei de reforma econômica do presidente da Argentina, Javier Milei
    Pessoas entram em confronto com policiais enquanto protestam do lado de fora do Congresso Nacional durante o debate sobre o projeto de lei de reforma econômica do presidente da Argentina, Javier Milei Matias Baglietto/NurPhoto via Getty Images

    Luciana TaddeoTiago Tortellada CNN

    em Buenos Aires e em São Paulo

    O Congresso da Argentina retomou o debate sobre o megaprojeto de lei do presidente Javier Milei nesta quinta-feira (1°). A medida propõe regular desde a política econômica até a privatização de estatais.

    A previsão é que haja uma votação geral e, em seguida, os parlamentares votem artigo por artigo, o que deve se estender até esta sexta-feira (2).

    Em Buenos Aires, manifestantes se reuniram em frente ao prédio do Congresso para protestar contra o megaprojeto. Eles entraram em confronto com a polícia pelo segundo dia seguido.

    A CNN presenciou uso de gás de pimenta e ouviu disparo de balas de borracha. Algumas pessoas ficaram feridas.

    Alguns deputados chegaram a sair à praça do Congresso para checar a situação dos protestos. Entre eles estavam integrantes do União Pela Pátria, aliança peronista aliada ao kirchnerismo, como Máximo Kirchner, filho de Cristina Kirchner; e Santiago Cafiero, que foi chanceler do ex-presidente Alberto Fernández.

    Uma outra parlamentar pediu para Patricia Bullrich, ministra da Segurança, acabar com um protocolo de repressão a manifestações, anunciado em dezembro do ano passado, poucos dias após a posse do novo governo.

    Ela ameaçou não dar continuidade à sessão caso a repressão policial continue.

    A CNN também pôde ver que a ação das forças de segurança, que estavam em número muito superior, de tentar deslocar os manifestantes para as praças esquentou os ânimos dos manifestantes.

    Pessoas responderam jogando garrafas e usando mastros de bandeiras para acertar os policiais.