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    No segundo turno, economista Rodrigo Chaves é eleito presidente da Costa Rica

    No primeiro turno, em fevereiro, país registrou o maior número de abstenções desde 1953

    Rodrigo Chaves, novo presidente da Costa Rica
    Rodrigo Chaves, novo presidente da Costa Rica Reuters

    Djenane Villanuevada CNN

    A Costa Rica elegeu neste domingo (3) o economista “anti-establishment” Rodrigo Chaves como novo presidente do país. No segundo turno, Chaves recebeu cerca de 53% dos votos, enquanto o ex-presidente José Maria Figueres teve 47%.

    O novo presidente já foi ministro das FInanças do país e trabalhou também no Banco Mundial. Chaves ficou em segundo lugar na disputa do primeiro turno.

    As urnas neste domingo foram abertas às 6h da manhã, informou o Tribunal Supremo Eleitoral. Pouco mais de 3,5 milhões de costarriquenhos foram convocados para votar no segundo turno presidencial, que determina o sucessor do atual presidente Carlos Alvarado Quesada, do Partido da Ação Cidadã (PAC).

    Quesada não competiu nestas eleições porque a Constituição da Costa Rica não permite a reeleição.

     

    No primeiro turno, o percentual mais alto foi para o abstencionismo com 40,29%, número – o mais alto desde 1953 –, que persegue os candidatos do segundo turno de uma das democracias mais estáveis ​​do continente, mas obscurecido pela perda de confiança do eleitorado que, segundo especialistas, acredita no sistema democrático do país, mas cada vez menos nas propostas dos partidos políticos.

    Quem são os candidatos presidenciais?

    Nenhum dos candidatos na disputa de 6 de fevereiro obteve 40% dos votos válidos. Mas o ex-presidente Figueres, candidato do Partido da Libertação Nacional, e o ex-ministro da Fazenda Rodrigo Chaves, do Partido do Progresso Social Democrático, alcançaram o maior número de votos.

    Na primeira rodada, Figueres conquistou o primeiro lugar com uma vantagem de pouco mais de 10 pontos percentuais, segundo os resultados do TSE. Ele obteve 27,26%, ante 16,70% de Chaves.

    A pessoa que assume a Presidência da República deve ter o apoio de pelo menos 40% dos votos validamente expressos. Nenhuma das opções do dia 6 de fevereiro recebeu esse aval para ser declarada vencedora.

    Nas eleições de 6 de fevereiro, quando foram eleitos os representantes do Legislativo, registrou-se uma participação de 63,4% e uma abstenção de 36,5%.

    Este conteúdo foi criado originalmente em espanhol.

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