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    Brasileiros são retirados do Haiti de helicóptero em meio a crise de violência

    País caribenho teve ruas dominadas por gangues e precisou fechar aeroporto internacional

    Policiais confrontam uma gangue durante um protesto contra o governo do primeiro-ministro Ariel Henry em Porto Príncipe, Haiti, em 1º de março de 2024.
    Policiais confrontam uma gangue durante um protesto contra o governo do primeiro-ministro Ariel Henry em Porto Príncipe, Haiti, em 1º de março de 2024. Ralph Tedy Erol/Reuters

    Luciana Taddeoda CNN

    em Buenos Aires

    O governo brasileiro retirou do Haiti, nesta quarta-feira (10), sete brasileiros e uma alemã que estavam no país. O país caribenho enfrenta uma grave crise de violência, com as ruas da capital dominadas por gangues, que provocaram o fechamento do aeroporto internacional e de portos há mais de um mês.

    Os brasileiros foram retirados em dois helicópteros até o município fronteiriço de Jimaní, na República Dominicana, país vizinho, que divide a Ilha Hispaniola com o Haiti. Lá, foram recebidos por funcionários da embaixada brasileira em São Domingos, segundo o Itamaraty.

    “Na operação de resgate foi incluída, a pedido e às custas do governo alemão, cidadã alemã idosa, por razões humanitárias”, diz nota do ministério das Relações Exteriores. “O governo brasileiro agradece aos governos do Haiti e da República Dominicana o apoio recebido, que muito contribuiu para o êxito da operação”, diz o comunicado.

    Outros 59 brasileiros identificados pela embaixada em Porto Príncipe decidiram permanecer no país ou optaram por sair por meios próprios do país, segundo o Itamaraty.

    No grupo, que pediu para ser retirado do país, há voluntários religiosos e missionários, fontes do governo confirmaram para a CNN.