Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Sunak diz que não pensou em renunciar após erros na campanha eleitoral britânica

    Pesquisas apontam que premiê do Reino Unido irá perder as eleições de 4 de julho para o Partido Trabalhista

    Primeiro-ministro do Reino Unido Rishi Sunak
    Primeiro-ministro do Reino Unido Rishi Sunak REUTERS

    Da CNN

    O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, disse que não considerou renunciar após erros na campanha eleitoral. Na semana passada, Sunak foi duramente criticado por deixar as comemorações do Dia D na França, o que o levou a emitir um pedido de desculpas público.

    “Não, claro que não”, disse Sunak a emissoras nesta segunda-feira (10), quando perguntado se já tinha pensado em sair.

    Pesquisas de opinião apontam vantagem de 20 pontos para o Partido Trabalhista de oposição. Keir Starmer – rival de Sunak – está a caminho de vencer as eleições nacionais em 4 de julho.

    O Partido Trabalhista deve divulgar um manifesto eleitoral com proposta de campanha nesta quinta-feira (13), disse Starmer à BBC.

    Eleições no Reino Unido

    O primeiro-ministro conservador Rishi Sunak convocou eleições gerais para 4 de julho. Ele poderia escolher qualquer data até o fim do ano.

    O Partido Trabalhista, de oposição, lidera todas as pesquisas de intenção de voto por uma larga margem e tem uma grande chance de vencer a disputa.

    Na média das pesquisas, 44% dos eleitores dizem que pretendem votar nos trabalhistas, liderados por Sir Keir Starmer. Apenas 23% dizem que vão votar no Partido Conservador, de Sunak.

    O partido que conseguir o maior número de deputados na Casa dos Comuns, a Câmara baixa do Parlamento, vai indicar o futuro primeiro-ministro.

    Na prática, apenas Starmer ou Sunak têm chances de liderar o país a partir do dia 5 de julho.

    Os conservadores estão no poder desde 2010 e tiveram cinco primeiros-ministros neste período.

    Os dois últimos, Sunak e Liz Truss, assumiram o posto sem disputar eleições, já que o sistema parlamentarista do país permite que o partido com maioria no Parlamento indique o seu líder para o posto.

    O estado da economia, imigração, segurança nacional em tempos de guerra na Europa e a deterioração dos sistemas públicos de saúde e educação estão entre os assuntos prioritários para os eleitores.

    *Com informações da Reuters