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    Vaca anã atrai turistas em Bangladesh e pode ser a menor do mundo

    Criadores aguardam resposta do Guiness Book que pode classificar Rani como a recordista mundial

    Vaca anã em Bangladesh chama a atenção de turistas
    Vaca anã em Bangladesh chama a atenção de turistas Foto: Reuters

    da CNN*

    Uma atração inusitada em Bangladesh, no sudeste asiático, tem movimentado o turismo em uma cidade do pequeno país: é a vaca Rani, que nasceu com uma condição de nanismo e pode ser comprovadamente a menor vaca do mundo avaliada pelo Guiness Book.

    Apesar das restrições acerca da Covid-19, foram registradas milhares de visitas à cidade de Charigram, próxima à capital Dhaka, justamente para conhecer Rani.

    “Muitas pessoas estão vindo de diferentes lugares para ver essa vaca misteriosa, então eu também tive que conferir”, declarou um morador local.

    Segundo o seu criador, Rani nasceu em Naogaon, uma província ao norte de Bangladesh, e tem um temperamento calmo mesmo com todo o movimento ao redor.

    “A especificidade dessa vaca é que ela come menos do que outras e nunca incomoda os outros. Precisa de apenas 100 gramas de grama pela manhã e 100 gramas pela tarde. Ela é muito especial para mim”, afirmou Mohammad Mamun.

    Vaca anã em Bangladesh
    Vaca anã em Bangladesh chama a atenção de turistas
    Foto: Reuters

    O diretor de uma indústria agropecuária local afirmou que os moradores já acionaram o Guiness Book para avaliarem se Rani é, de fato, a menor vaca do mundo.

    “Ela tem apenas 26 quilos e 51 centímetros de altura e 66 de comprimento. Nós já entramos em contato com o Guiness, que afirmou que irá nos retornar em 90 dias se Rani realmente é a menor do mundo ou não”, declarou Mohammad Salim. 

    De acordo com o site do Guiness, o título de menor vaca do mundo pertence atualmente a Manikyam, uma vaca do estado indiano de Kerala, que possuía 61 cm de altura quando entrou para o livro os recordes.

    Para Salim, Rani também é um símbolo de Bangladesh. “Estamos torcendo e muito confiantes e que seremos reconhecidos por isso em nosso país, que também é dos menores do mundo”.

    *Com informações da Reuters