Feira reúne projetos de 12 estados e expositores da Argentina e Amazônia
Evento apresenta diversidade artística, intercâmbio internacional e debates contemporâneos

Após três edições sob o nome Rotas Brasileiras, a feira evolui para SP-Arte Rotas, refletindo a expansão do foco para além do Brasil, sem perder a ligação com a produção artística nacional.
A próxima edição ocorrerá de 27 a 31 de agosto de 2025, na Arca, localizada na Av. Manuel Bandeira, 360, Vila Leopoldina, São Paulo.
Os horários de visitação são:
27/08: exclusivo para convidados
28/08: das 13h às 20h
29 e 30/08: das 12h às 20h
31/08: das 12h às 19h
Participantes e representatividade
A feira reunirá 65 expositores — entre galerias, museus e projetos especiais — vindos de 12 estados brasileiros, além de convidados internacionais da Argentina e da Amazônia Peruana. Estarão presentes galerias tradicionais como Luisa Strina, Almeida & Dale, Mendes Wood DM e Vermelho, além de estreantes como Isla Flotante (Argentina) e Xapiri Ground (Peru).
Temas e curadoria
Temas centrais giram em torno do erotismo, território e ambientalismo, explorados em diversas linguagens como pintura, escultura, cerâmica e têxtil. A curadoria amplia a vocação do evento como espaço para descoberta, circulação e conexões da arte brasileira e latino-americana.
O setor Mirante, sob direção artística do curador argentino Rodrigo Moura, destaca obras em grande escala e provoca reflexões sobre as múltiplas identidades brasileiras.
Projetos especiais e artistas
Um destaque é o projeto Transe, de Lucas Albuquerque, que apresenta cinco jovens artistas que investigam o não-figurativo, desafiando os cânones tradicionais da abstração.
Diversos artistas confirmados também participarão da 36ª Bienal de São Paulo, iniciando logo após a feira, como Gê Viana, Lidia Lisbôa, Maxwell Alexandre e Marlene Almeida.
Galerias e artistas envolvidos destacam uma diversidade rica, incluindo:
Obras de Marepe, Tito Terapia, Adriana Varejão, Tomie Ohtake e Claudia Andujar.
Projetos de arte indígena e quilombola, como Gerardo Petsaín Sharup (Peru) e Jalapoeira Apurada, que reúne mulheres quilombolas do Jalapão.
Mostras que abordam memória, tradição e experimentação em várias regiões do Brasil.
Programação de conversas (Palco SP-Arte)
De 28 a 30 de agosto, a feira promove debates ao vivo entre artistas, curadores e pesquisadores, com temas que abrangem arte popular, internacionalização, colecionismo e produção contemporânea. Alguns destaques:
- Conversa entre Rebeca Carapiá e Deri Andrade;
- Discussão sobre arte latino-americana em contexto global (em inglês);
- Debate sobre colecionismo de arte popular e o projeto Transe;
- As mesas não serão transmitidas ou gravadas, garantindo exclusividade ao público presente;
- Convidados internacionais.
A edição conta com um número recorde de profissionais estrangeiros, incluindo curadores do Jameel Arts Centre (Dubai), New Museum (Nova Iorque), Pérez Art Museum Miami, Dallas Museum of Art, colecionadores e outros especialistas globais.
Ingressos e acesso
Os ingressos estão disponíveis para compra no site oficial e pelo aplicativo gratuito SP-Arte, disponível para iOS e Android. O app oferece acesso ao conteúdo completo da feira e à agenda cultural paralela.


