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Veja como é o hotel de luxo que foi atingido por ataques em Dubai

Antes de incêndio, Burj Al Arab era uma das hospedagens de luxo de destaque dos Emirados Árabes

Luiza Zequim, da CNN Brasil*
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O luxuoso hotel Burj Al Arab, em Dubai, nos Emirados Árabes, teve a fachada consumida por um incêndio em meio aos bombardeios do Irã no último sábado (28). O empreendimento foi atingido por destroços de um drone interceptado, de acordo com as autoridades locais.

Antes de ser danificado por consequência do conflito, o hotel era conhecido por ser uma das hospedagens favoritas de artistas, influenciadores e milionários. Com diárias que chegam a R$ 190 mil, a locação ganhou destaque por ter uma estrutura similar ao formato de uma vela e estar localizado dentro do Golfo Pérsico em uma ilha própria e artificial.

Construído em 1999, o estabelecimento possui 57 andares, divididos em 321 metros de altura. As diárias com preços exorbitantes são justificadas pelo serviço prestado nas dependências, a decoração refinada e os quartos amplos com vista para o Golfo que o cerca.

Uma suíte de luxo padrão custa a partir de R$ 1,3 mil por dia em períodos fora da temporada e as suíte de luxo, como a real ou a presidencial, variam entre R$ 28 mil e R$ 190 mil. As acomodações maiores contam com um segundo andar e uma escada de mármore como ligação entre os andares.

Além do conforto dos quartos, o hotel oferece um cinema privativo, biblioteca, elevador particular e iPads de ouro para uso interno. Para os que desejavam se hospedar nele, era possível acessá-lo por meio de uma frota VIP formada por carros no modelo Rolls-Royce ou usar o heliponto no topo.

Nos últimos anos, o Burj Al Arab já foi o destino de diversos brasileiros, como a influenciadora Virginia Fonseca, o cantor Wesley Safadão e Simone Mendes – a cantora, inclusive, estava no local às vésperas do momento em que foi atingido por destroços de um drone interceptado.

Detalhes do conflito

Depois que Estados Unidos e Israel deram início às primeiras ofensivas contra o governo iraniano, na manhã de sábado (28), o conflito se intensificou, passou a envolver outros países da região, gerou temores para a economia global e deixou milhares de viajantes retidos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo (1º) que o confronto com o Irã pode durar cerca de quatro semanas, indicando a previsão do governo americano sobre a campanha militar.

Entenda os motivos por trás dos recentes bombardeios no Oriente Médio 

*Publicado sob supervisão de Tamiris Gomes, da CNN Brasil