RJ: Comércio que gerar aglomeração no Ano-Novo pode ser multado em até R$ 30 mil

A fiscalização será feita por aproximadamente 1 mil agentes públicos e as áreas próximas à orla serão prioridade

Lucas Janone, da CNN, no Rio de Janeiro
29 de dezembro de 2020 às 11:02 | Atualizado 29 de dezembro de 2020 às 20:11
Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro
Foto: Isabelle Saleme / CNN

Os comerciantes da cidade do Rio de Janeiro que provocarem aglomerações na noite de Réveillon poderão ter que pagar uma multa superior a R$ 30 mil. A fiscalização será feita por aproximadamente 1 mil agentes públicos e as áreas próximas à orla serão prioridade.

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As informações foram divulgadas pelo superintendente da Vigilância Sanitária municipal, Flávio Graça, nessa segunda-feira (28), durante uma entrevista coletiva da prefeitura na qual foram detalhadas as medidas restritivas aplicadas durante a festa de fim de ano na capital fluminense.

“Caso esses eventos ocorram, eles estão ocorrendo de forma ilegal, e as pessoas responsáveis serão multadas. A infração será de R$ 15 mil, sendo que a pessoa pode receber mais de uma multa: uma por aglomeração, outra pela falta do uso de máscara, então pode chegar a mais de R$ 30 mil”, afirmou.

Além das barreiras que restringem a movimentação intermunicipal, haverá fiscalização nos bairros da zona sul e zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. 

“O objetivo dessas medidas é coibir a realização de festas ilegais e, consequentemente, reduzir a propagação do novo coronavírus na cidade do Rio. Este ano nós temos que evitar qualquer tipo de aglomeração”, enfatizou Graça.

Para tentar conter o avanço da Covid-19 no Rio de Janeiro, a prefeitura também decidiu fechar toda a orla da cidade na noite do dia 31. A ideia é que apenas moradores das áreas possam circular pelos bairros e os hóspedes terão que mostrar a reserva dos hotéis. A medida começa a valer no primeiro minuto do dia 31 de dezembro e vai até às 6h da manhã do dia 1º de janeiro.