‘A lei tem que tornar graves crimes contra população LGBTQIA+’, diz Apoglbt

Em entrevista à CNN, o vice-presidente da Apoglbt, Renato Viterbo, explicou que a lei precisa mudar para se combater os crimes contra a população LGBTQIA+

Produzido por Elis Franco, da CNN, em São Paulo

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Em entrevista à CNN, o vice-presidente da Apoglbt (Associação da Parada do Orgulho LGBT), Renato Viterbo, afirmou que “a família tradicional continua matando”, seja a população LGBTQIA+ ou mesmo outros casos, como o do vereador Dr. Jairinho (sem partido), que está preso desde o dia 8 de abril por ter sido acusado de tortura e do homicídio triplamente qualificado do enteado Henry Borel, de quatro anos.

“Vivemos um Brasil que é muito hipócrita”, disse o vice-presidente da Apoglbt.

O Conselho de Ética da Câmara Municipal do Rio de Janeiro votou, nesta segunda-feira (28), o relatório final que pede a perda de mandato do vereador. Por unanimidade, 7 votos a 0, os parlamentares decidiram pela cassação de Jairinho.

Crimes contra população LGBTQIA+

No dia em que se comemora o Orgulho LGBTQIA+, Viterbo explicou que é preciso um “endurecimento na lei” relacionada aos crimes contra essa população. 

“A lei tem esse papel de tornar crimes graves, sejam quais formas foram, em crimes hediondos”, disse.

“Dessa forma, vamos tentar inibir esse avanço que tem acontecido por conta de políticas públicas.”

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Foto: Alexi Rosenfeld/ Getty Images

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