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    Bolsonaro edita MP com R$ 479 milhões para áreas atingidas pelas chuvas

    Repasse será feito através do ministério do Desenvolvimento Regional

    Bombeiros se equilibram sobre a lama acumulada na Rua Teresa, em trabalho de busca nos deslizamentos de terra das chuvas em Petrópolis
    Bombeiros se equilibram sobre a lama acumulada na Rua Teresa, em trabalho de busca nos deslizamentos de terra das chuvas em Petrópolis Fernando Frazão/Agência Brasil

    Tiago Tortellada CNN*

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) editou uma Medida Provisória que dispõe R$ 479,8 milhões para áreas atingidas pelas fortes chuvas no Brasil. A informação foi divulgada em edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (24).

    O valor foi anunciado na última sexta-feira (18), durante viagem de Bolsonaro a Petrópolis – onde o número de mortes devido às chuvas já passa de 200. O prazo anunciado para a aprovação da MP, porém, era o dia 21 de fevereiro, segunda-feira.

    Fontes do ministério de Desenvolvimento Regional consultadas por Basília Rodrigues, analista de Política da CNN, culparam o que chamam de burocracia do ministério da Economia. Procurada pela CNN, a pasta da Economia não comentou as críticas.

    O repasse será disponibilizado através do Ministério do Desenvolvimento Regional em crédito extraodinário. De acordo com o DOU, o dinheiro será utilizado em “Ações de Proteção e Defesa Civil”.

    Em janeiro, uma MP também foi editada com o valor de R$ 500 milhões. Com isso, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, destacou um total de R$ 1 bilhão em medidas da pasta apenas para as chuvas.

    Outras duas pastas anunciaram verbas que podem ser liberadas para as vítimas da tragédia. São mais R$ 700 milhões do Ministério da Cidadania e R$ 500 milhões da Infraestrutura. Juntos, todos os recursos somariam um total de R$ 2,2 bilhões para cidades com danos decorrentes das chuvas, de acordo com o ministro.

    Além de Petrópolis, regiões de Minas Gerais, São Paulo e Bahia sofreram com as tempestades desde o final do ano passado.

    *com informações de Basília Rodrigues e Giovanna Galvani, da CNN