Calamidade pública, taxa de juros e mais notícias da manhã de 18 de março

As informações mais importantes do início desta quarta-feira

Da CNN Brasil, em São Paulo

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O pedido de reconhecimento de estado de calamidade pública, a suspeita de novas mortes por coronavírus, as ações de combate propostas pelo governo federal, o possível corte na taxa básica de juros, a suspensão de reuniões do Mercosul e União Europeia são os destaques de notícias da manhã desta quarta-feira, 18 de março de 2020.

Calamidade pública

O governo federal anunciou que irá pedir ao Congresso o reconhecimento de estado de calamidade pública no Brasil. De acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a tramitação terá prioridade e Rodrigo Maia, da Câmara, também defendeu a medida. O decreto permite a compra de material hospitalar sem licitação, autoriza a elevação dos gastos públicos e o não cumprimento da meta fiscal prevista para 2020. 

Mortes investigadas 

Autoridades de saúde do Brasil investigam cinco mortes que podem ter sido causadas pelo novo coronavírus. De acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, os pacientes eram dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. A primeira morte no país, causada pela doença, foi confirmada na terça-feira (17).

Ações de controle 

O presidente Jair Bolsonaro vai se reunir nesta quarta-feira (18) com os líderes do Congresso e do Judiciário para discutir ações de combate ao novo coronavírus. Ontem o Planalto anunciou a criação de um comitê de crise para coordenar ações contra a doença no Brasil.

Taxa de juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) decide, nesta quarta-feira (18), se haverá mais cortes na taxa básica de juros. Economistas acreditam que a redução será de pelo menos 0,5 ponto percentual. A taxa básica de juros da economia no país, a Selic, está em 4,25% ao ano, o menor percentual desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. 

Mercosul e União Europeia

Representantes do Mercosul e da União Europeia suspenderam reuniões para acertar os detalhes do acordo de livre comércio. Os encontros estavam previstos para este mês de março, entretanto, devido a pandemia, o cronograma de reuniões previstas foi adiado. 

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