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    Casa dos pais de Marcos Matsunaga é invadida e criminosos rendem a família

    Dinheiro e vários pertences foram levados. Caso Matsunaga ganhou repercussão após Elize Matsunaga ser presa condenada por matar e esquartejar o marido em 2012

    Imagem ilustrativa de viatura da polícia em São Paulo
    Imagem ilustrativa de viatura da polícia em São Paulo Divulgação/Governo de SP

    *Da CNN

    São Paulo

    A casa onde vivem os pais do empresário Marcos Matsunaga, morto e esquartejado pela esposa, Elize Matsunaga em 2012, foi invadida por criminosos na madrugada deste sábado (2).

    Por volta das duas horas, o casal de idosos de 79 e 80 anos, e a neta deles, foram rendidos pelos bandidos. O crime aconteceu no bairro Alto de Pinheiros, zona oeste da capital.

    Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e, no endereço indicado, encontraram as vítimas. Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo, o idoso, a esposa e a neta dormiam quando foram surpreendidos por três assaltantes armados com um objeto semelhante a uma faca.

    Foram levados cerca de R$ 20.000 em dinheiro, joias, relógios, celulares, um notebook, além de duas pistolas que estão registradas no nome do idoso.

    Os suspeitos ficaram no imóvel por algumas horas e, antes de fugirem, amarraram as mãos das vítimas.

    Foram solicitados exames junto ao Instituto de Criminalística (IC) e o caso foi registrado como roubo a residência no 14° DP (Pinheiros).

    Até o momento, ninguém foi preso.

    História do empresário

    Marcos Kitano Matsunaga, dono da indústria de alimentos Yoki, foi morto e esquartejado pela esposa, Elize Matsunaga, em 2012.

    Ela foi presa no mesmo ano, condenada por matar com um tiro na cabeça e esquartejar o corpo do marido.

    O crime aconteceu no apartamento do casal, na Vila Leopoldina, em São Paulo. Partes do corpo foram espalhadas em áreas verdes da região metropolitana de São Paulo.

    Ela foi condenada inicialmente a 19 anos e 11 meses de prisão, mas sua defesa entrou com recurso e, em 2019, conseguiu reduzir a pena para 16 anos e 3 meses.

    Elize trabalhou na prisão e manteve bom comportamento, o que possibilitou que, em maio de 2022, conseguisse a progressão para o regime aberto.

    *Publicada por Diego Mendes.